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Entendendo Redes Sociais e Mídias Sociais assim como suas ferramentas

24/02/2010

Estava na pós graduação no fim de semana que passou quando a Adriana Oliveira veio me perguntar: Redes Sociais e Mídias Sociais são sinônimos ? Confesso que quando li senti um pequeno frio na barriga, eu sabia que não eram sinônimos, mas sabia também que era um assunto que gerava muita dúvida e eu mesmo tinha dúvidas se saberia explicar corretamente isto para ela. Sabe o que aconteceu ? Virou post !

O fato também de eu ter um blog e estar redigindo o post não quer dizer que eu seja o dono da razão. Minha intenção é compartilhar minhas ideias e aprender com todos vocês.

Logo após o frio na barriga do momento da pergunta veio um filme na minha cabeça. Este filmezinho era lá pelos anos de 2004 quando eu estava saindo do curso de engenharia química e me aventurando na química que eu sentia pela Publicidade e Propaganda.

Para começar este post vou explicar que nesse filmezinho que veio em minha cabeça veio que no início da faculdade aprendemos as diferenças entre Publicidade e Propaganda.

Publicidade: É o ato de anunciar um produto ou serviço através de um anúncio na mídia, mediante pagamento, seja qual veículo for. Expliquei aqui com minhas palavras, confira o que diz a wikipedia.

Propaganda: é o ato de uma informação se propagar por meios naturais, no boca a boca, sem ter por trás um anunciante pagando por isto. Eu sigo esta linha de pensamento.

Alguns dizem que publicidade e propaganda no Brasil são sinônimos. Que divergem por motivos de traduções. Outros alegam que propaganda está ligado, diretamente, a um partido político. Confira + na Wikipedia

Justamente por essa diferença nos conceitos e por diferentes linhas de pensamento existirem que me veio esta lembrança.

Redes Sociais hoje estão associadas ao orkut, ao twitter, ao facebook, linkedin e tantos outros que você pode ver na lista que separei aqui.

Por sorte, quando determinado assunto começa a ter grandes proporções num país e com certeza absoluta, em muitas partes do mundo, através da internet, acabamos conhecendo profissionais sérios, que dominam determinado assunto.

Eu já tinha visto e acabei até postando um vídeo do Augusto de Franco explicando que o twitter, o facebook, o linkedIn, não eram redes sociais e sim ferramentas que permitiam pessoas a criarem suas próprias redes sociais, sejam de relacionamento, de troca de links ou de contatos propfissionais.

Então Redes Sociais são focadas no relacionamento, entre pessoas, com um mesmo objetivo. Pode ser feito online, através dessas ferramentas citadas acima, ou até mesmo pelo msn, numa conversa com mais pessoas, por um grupo de email ou até como podem e de fato acontece, offline.

A Profª Drª Luciana Panke chegou a comentar exatamente isso nesta aula da pós que eu estava com o cérebro a mil, pensando em todos esses conceitos. Aquela nossa turma da pós, era uma rede social. Aliás, um detalhe importante. Para ser uma rede social é fundamental que as pessoas que estejam se relacionando tenham um objetivo em comum. O que de fato, as vezes não acontece…

Pronto, agora com esses tópicos descritos abaixo fica faltando o termo mídias sociais.

Mídias Sociais são como a publicidade. Precisam de um anunciante, um produto ou serviço, pago. Quando eu estava pensando neste post, me veio a cabeça que alguém perguntasse: Mas estas ferramentas de redes sociais na internet, a maioria são gratuitas?

Sim, é verdade. Mas elas são utilizadas como veículo. E necessitam uma estrutura por trás, que depende de investimento e profissionais qualificados. Ou seja, seu sobrinho que passa o dia todo no orkut, não serve.

Outra coisa que eu fiz antes de fazer este post foi perguntar a um profissional do mercado, qual era sua opnião. Perguntei pro Roberto A. Loureiro, da Tecnisa se ele gostaria e se tinha tempo de esclarecer esta dúvida de tantas pessoas.

Fiquei feliz com a resposta dele pois segue na mesma linha que eu entendia.

Eu vejo redes sociais como relacionamento e mídias sociais mais como um veículo. Roberto A. Loureiro

Ainda tentando me cercar de todos os argumentos possíveis para fazer um bom post para todos vocês, e sabendo que muitos leitores do blog são professores renomados e que trabalham diariamente com mídias sociais fui pesquisar na wikipedia novamente:

O conceito de Mídias Sociais (social media) precede a Internet e as ferramentas tecnológicas – ainda que o termo não fosse utilizado. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. Significa a produção de muitos para muitos.

Eu concordo em partes. Realmente uma das características das mídias sociais é a produção de conteúdo na forma muitos para muitos, descentralizado. Desde que seja utilizado por uma empresa, que tenha um produto ou serviço, que vise obter um relacionamento com seu público, fazendo disto tudo, um veículo, de mídia.

Para fomentar esta discussão eu fui ao twitter e ao skype e perguntei para algumas pessoas:

Redes Sociais é o nome que colocaram para os sites que fornecem a possibilidade das pessoas se reunirem por qualquer que seja o motivo.
Mídias Sociais é o nome que colocaram para o trabalho de marketing online dentro das redes sociais.
Eu não gosto de nenhum dos dois nomes, pois rede social é qualquer grupo de pessoas interligadas, por exemplo: seu trabalho ou seu grupo de jogatina. E “mídias sociais” porque é derivado dele. Leandro Bravo
Ligar redes sociais a mídias sociais é um erro que muitos profissionais ainda insistem. Em um resumo poderia dizer que Redes sociais são o conceito que a humanidade já possui a vários mil anos e Mídias Sociais é o meio que elas exercem esse conceito, seja ele no orkut ou em uma tabacaria que reune pessoas ligadas a um mesmo objetivo.
Oscar Ferreira
Mídias sociais estão para canais de TV assim como redes sociais estão para aparelhos de TV. Fábio Seixas

Agora que a discussão está aberta eu espero saber se você leitor entendeu a diferença entre redes sociais e mídias sociais. Quero saber se este post ajudou no seu entendimento. Se você concorda quais os pontos em comum com o meu pensamento. Se não concorda, fique a vontade para expor os pontos que você não concorda. Deixe seu comentário e divulgue o Blog Mídias Sociais.

Fonte: Mídia Bom

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Marcas avançam nas redes sociais

24/02/2010

Orkut, Twitter, Facebook e blogs já fazem parte da realidade de muitas marcas, mas ainda há bastante dúvida sobre o que pode ou não ser feito nas mídias sociais. “Algumas marcas já avançaram bastante, mas ainda há quem não acordou para as redes”, disse Henrique Vieira, diretor da BG Interativa.

A Ginga tem usado as mídias sociais como ferramenta de comunicação para diversos clientes. Um dos cases de sucesso foi o trabalho para os filmes da saga “Crepúsculo”. Foi criado um site para o primeiro dos quatro longas-metragens. O endereço abrigou as novidades do segundo filme da série, “Lua Nova”, e em breve  abordará “Eclipse”, que deve estrear este ano.

Hoje são mais de 85 mil usuários e a intenção é chegar a 160 mil com o novo filme. “Em uma das ações, convidamos os fãs a fazer clipes do filme que foram exibidos no ‘Fantástico’. Combinamos conteúdo com informação”, falou del Priori.

A BG Interativa também está de olho na nova tendência. A agência criou ações de apoio para o concurso Beleza Mundial nas redes sociais. “A Impala agora está aprofundando e fortacelendo a comunicação. Com o fim do concurso, o foco foi para o lançamento dos produtos”, disse Vieira.

Outra marca de cosméticos que está em redes sociais é a Natura. A empresa começou monitorando o Orkut, mas sem interferir já que a rejeição para marcas nessa rede era grande.

Foram criados blogs, como o Natura Cabelos, por exemplo, com dicas de beleza. “Percebemos que não dava para parar. Há três ou quatro meses entramos no Twitter. Nove pessoas dentro da Natura são responsáveis por responder as perguntas dos usuários. O consumidor gosta de ver que a marca o achou no seu espaço sem ser intrusiva”, explicou Marcio Orlandi, gerente de internet da Natura.

O Twitter é usado pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) como ferramenta de relacionamento. O perfil é seguido não apenas por alunos, mas por quem tem interesse no assunto em geral. “Uma escola de negócios tem de estar alinhada com as novidades. Não pode apenas acompanhar, mas ser tendência”, disse Ismael Rocha, diretor de extensão e operações da ESPM.

O relançamento da marca Penelope Charmosa, da Warner, foi todo baseado nas redes sociais. A estratégia contou com blog, Orkut, Twitter, Facebook e Flickr. “Estamos tendo um retorno muito bom. Tanto que devemos lançar outras duas marcas assim”, contou Marcos Bandeira de Mello, diretor geral da Warner.

A Caloi monitora todas as manifestações envolvendo sua marca nas mídias sociais. Além de atender as solicitações dos consumidores, a empresa divulga os produtos e faz ações promocionais. “A Caloi patrocinou o BikeTour e sorteou, pelo Twitter, 20 inscrições para o passeio ciclístico”, disse Ana Paula Nogueira, coordenadora de marketing da Caloi.

A Fischer+Fala! fez uma ação muito criativa para a Uipa (União Internacional Protetora dos Animais). Eles fizeram perfis para cada cachorro que precisa de adoção. “Em três dias, os cachorros já tinham mais de mil amigos”, disse Rafael Merel, diretor de criação da agência.

O laboratório Fleury, além de usar o Twitter para ouvir o cliente, utiliza o canal para levar os seguidores ao site da empresa, que é especializado em conteúdo de saúde.

A Audi, por exemplo, é uma das marcas que está totalmente inserida no ambiente de mídias sociais. No site da montadora, é possível personalizar uma página para receber informações de diversas redes sociais ao mesmo tempo. A marca também mantém um personagem, Guto Kleien, para interagir com o internauta com perfil no Orkut, no Twitter e no Facebook.

Complementando o texto
Nesse vídeo sobre o lançamento da Rede Social Sonico no Brasil, alguns especialista expoêm suas opiniões sobre as marcas nas Redes Sociais:

Texto: Chico Montenegro Fonte: Mídia Social

Cultura Digital na Social Media Week SP

07/02/2010

A Social Media Week é uma conferência que ocorre simultaneamente em importantes cidades globais, como Nova York, Berlim, Londres, São Francisco, Toronto e, em 2010, São Paulo entrou nesta importante rota. Segundo a organização, o tema desta edição discutiu Mídias sociais e uma sociedade conectada: explorando o impacto na cultura, nas comunicações de negócios e na sociedade como um todo.

Na quinta-feira, a editora da PIX, Bia Granja, falou sobre Cultura Digital de uma maneira leve e inteligente, trazendo curiosidades e dados interessantes para os apaixonados por social media (nós, por exemplo :D ).

A edição brasileira, que ocorreu na sede da DM9, na ESPM/SP e no The Hub, teve vagas disputadíssimas, e atraiu o interesse de diversos espectadores que acompanharam pelo livestream e através da tag #smwsp, no Twitter. A programação contou com palestras sobre ativismo digital, netweaving,  mapeamento colaborativo, entre outras.

Na quinta-feira, a editora da PIX, Bia Granja, falou sobre Cultura Digital de uma maneira leve e inteligente, trazendo curiosidades e dados interessantes para os apaixonados por social media (nós, por exemplo :D ).

Confiram o vídeo da palestra no site da Cultura digital:

http://migre.me/jaTk

Fonte: Cultura Digital

Brasil é o terceiro no ranking de tempo em redes sociais

23/01/2010

Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado – o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.

Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.

Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.

Mais pessoas gastando mais tempo.

Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!” .

Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar – e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Blog Infosfera – Zero Hora

Papa diz que Igreja entrou em ‘nova era’ e pede a padres que usem a internet

23/01/2010

O papa Bento XVI anunciou hoje, em sua mensagem destinada ao 44º Dia das Comunicações, o início de “uma nova era” para a Evangelização, que exigirá dos padres uma presença maior na internet.

No texto, divulgado nesta manhã, Bento XVI convida a Igreja a acompanhar a internet com entusiasmo e audácia, e lança como desafio aos sacerdotes a necessidade de se utilizar as redes sociais para levar “a Palavra de Deus” ao “grande continente digital”.

“O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão complexa, todo o mundo digital representam um grande recurso para a humanidade”, diz o Papa em seu texto. Um espaço que deve ser utilizado também para demonstrar que “a terna atenção de Deus em Cristo para nós não é uma coisa do passado e nem uma teoria erudita, mas uma realidade concreta e atual”, continua.

Hoje, os sacerdotes estão no “início de uma nova história” e devem ser os “animadores” da “comunidade que se expressa agora por meio das tantas vozes presentes no mundo digital”, devem oferecer aos homens que vivem neste “tempo digital”, principalmente aos jovens e também aos que não-crentes, “os sinais necessários para reconhecer o Senhor”, orienta o Pontífice.

Segundo explicou o presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, ao apresentar o texto, o Papa tem uma visão “positiva” e não “ingênua” dos meios de comunicação, como alguns veículos chegaram a cogitar.

No ciberespaço, o Pontífice deverá abordar questões gerais, como a segurança dos menores na rede, a coordenação de assuntos relacionados à Igreja e aos meios de comunicação.

A mensagem do Papa sobre as mídias é divulgada todos os anos junto à festa de São Francisco de Sales, o padroeiro dos jornalistas. A celebração é festejada todo dia 24 de janeiro.

O 44º Dia Mundial das Comunicações acontecerá em 16 de maio, sob o tema: “O padre e a pastoral no mundo: as novas mídias a serviço da Palavra de Deus”.

Fonte: O Repórter

Jornalistas fazem experiência para testar qualidade de notícias das redes sociais

22/01/2010

Durante cinco dias, cinco jornalistas de origens francesa, canadense, belga e suíça ficarão trancados em uma casa e terão acesso apenas ao Twitter e ao Facebook. Segundo o site Vooz, o objetivo é testar a qualidade das notícias geradas por eles através das redes sociais.

Serão proibidos acesso a outros sites, TV, rádio e jornais impressos. A cada dia, os veículos em que eles trabalham comentarão as notícias encontradas pelos repórteres através dos sites de relacionamento.

“Esta experiência vai nos permitir ter um olhar crítico em relação a todos os mitos que existem sobre o Facebook e o Twitter. Nosso objetivo é mostrar que existem diversas fontes de informações e de olhar para a legitimidade de cada uma dessas fontes”, afirmou Helene Jouan, editor sênior da France Inter, uma das emissoras de rádio que está enviando um jornalista.

Fonte: Portal Imprensa

Cinco dicas para sua empresa iniciar ações nas redes sociais

20/01/2010

É possível potencializar negócios utilizando redes sociais. Nos últimos anos as mídias ampliaram canais de diálogo entre empresas e seus respectivos públicos saíram do ambiente de entretenimento para plataformas essenciais em planejamentos de comunicação de negócios, políticos, multinacionais, indústrias, governos e pessoas públicas.

Por isso, se sua empresa não está conectada a elas, está na hora de você pensar em como fazê-lo da maneira mais assertiva e profissional.

“Estar no mundo virtual exige campanhas executadas de maneira consistente, permanente e profissional”, explica o CEO da agência Mentes Digitais, André Telles, autor do best seller Orkut.com e Geração Digital.

O especialista dá cinco dicas para profissionais que querem estabelecer perfis em redes sociais e não sabem por onde começar:

Identifique sua rede social: São no mínimo seis redes sociais com grande acesso de brasileiros. Faça uma análise detalhada de qual é frequentada pelo seu público alvo. Você pode escolher uma ou várias redes para criar o perfil da sua empresa.

Pense na sua identidade: Muito mais do que estabelecer uma identidade visual, com logo e cores que se relacionam com sua empresa, lembre-se da sua identidade textual, que preserve características na linguagem. Estes elementos irão construir credibilidade com audiência. Use uma linguagem informal, mas lembre-se que o português padrão é essencial.

Crie um ritmo: Depois estar conectado, lembre-se da importância de manter uma frequencia na manutenção e publicação do conteúdo. Muitas empresas contratam um profissional exclusivo para isso. Lembre-se que publicar por publicar não faz sentido, o conteúdo deve ter algum proveito positivo para a audiência.

Mensure resultados: É importante criar uma maneira de mensurar resultados nas redes sociais. Como fazê-lo é um desafio que você precisa descobrir levando em consideração as especificidades do seu negócio, as características de seus clientes. Número de seguidores ou de amigos não são, de forma geral, características de qualidade. Contudo, as interações entre audiência e os perfis da sua empresa na rede social podem fornecer uma série de informações pertinentes para o planejamento estratégico da empresa. Perceber, analisar e utilizar estas informações é um resultado positivo de estar conectado.

Esteja pronto para reagir: A democracia criada pelo o ambiente virtual permite que opiniões tanto positivas como negativas sejam divulgadas. É importante estar pronto para respondê-las de maneira ágil e eficiente. A imagem que a empresa tem no mercado e junto aos clientes ficará exposta nas redes sociais. Tenha uma equipe focada nas mídias sociais, ou pense em contratar profissionais de agência digital para um apoio técnico.

Fonte: Paranashop

Haiti: redes sociais da internet ajudam no socorro

20/01/2010

O colapso dos meios de comunicação tradicionais no Haiti mostrou mais uma vez a importância que as chamadas redes sociais e a internet podem desempenhar em grandes desastres.

O Twitter está sendo usado como um dos principais meios de comunicação, enquanto sites como Ushahidi fornece mapas detalhando danos e ajuda humanitária.

Tanto o Google quanto o site Facebook estão elaborando listas de desaparecidos.

Redes de satélites também estão separando canais para fornecer telecomunicações a agências humanitárias e militares envolvidos no socorro do Haiti.

As primeiras imagens de vídeo e fotos que chegaram da região depois do terremoto foram capturadas por celulares.

Por outro lado, linhas de telefonia fixa caíram e celulares funcionam de forma intermitente.

Centro de telecomunicações

A agência das Nações Unidas Telecomunicações Sem Fronteiras, que mantém uma rede mundial de técnicos do setor e de equipamentos de comunicação móveis, enviou duas equipes para a região. O Programa Mundial de Alimentação também tem um serviço parecido.

“Quando chegamos a um país, criamos um centro de telecomunicações para a ajuda humanitária para que eles tenham acesso a internet e telefone”, disse a representante da Telecomunicações Sem Fronteira Catherine Sang.

“Nós também temos uma operação humanitária de telefonemas para a população, para que possam ligar para a família e amigos no país e no exterior.”

A Inmarsat, uma operadora internacional de satélites, acatou o pedido de ajuda da ONU e liberou parte do tempo de seus satélites para a região do desastre.

Para os grupos que têm equipamentos que funcionam por satélite, como agências humanitárias e forças militares, reforços como este são essenciais, já que os canais tradicionais não dão conta do tráfego.

Serviço comunitário

No entanto, para as pessoas comuns, a forma mais fácil de se comunicar estão abertas na internet. Segundos depois do tremor, começaram a pipocar no site mensagens sobre o Haiti.

Desde então, a empresa criou o canal “#relativesinhaiti” que foi inundado de mensagens de parentes no exterior tentando descobrir informações sobre desaparecidos no Haiti, enquanto o canal “#rescumehaiti” está sendo usado pelos que participam diretamente das operações de resgate.

Cruz Vermelha, CNN e o jornal The New York Times estão compilando listas de desaparecidos. O grupo do Facebook “Earthquake Haiti” já conta com mais de 160 mil integrantes.

O jornalista Pierre Cote mora no Haiti e foi procurado por diversos meios de comunicação desde o terremoto. Atualmente, ele está transmitindo os próprios programas pela internet.

Ele foi entrevistado pela BBC via Skype, um programa que realiza ligações de voz e vídeo pela internet, e comentou o papel que está desempenhando.

“Se eu não fizer isso, ninguém o fará – a imprensa tradicional não o fará”, disse Cote. “A comunidade precisa disso, por isso, é o meu serviço para a comunidade reunir todas as informações.”

Outra ferramenta virtual que está se tornando vital para o socorro pós-desastre é o Ushahidi. O serviço, de código aberto, permite que se sobreponham mapas com informações obtidas de diversas fontes.

Mapas virtuais

O Ushahidi ganhou certa fama depois das eleições de 2007 no Quênia. Com ele, é possível determinar que regiões mais precisam de ajuda humanitária, quais áreas não têm acesso a água, ou no caso específico do Haiti – que locais foram abalados por tremores secundários.

No entanto, as experiências mais recentes do Ushahidi revelaram também o perigo de se confiar em dados que circulam livremente pela internet.

Entre as imagens usadas pouco depois do desastre no Haiti estava uma foto que supostamente era de uma ponte haitiana, mas na realidade, chegou-se à conclusão de que ela tinha sido tirada no Japão, após um terremoto de 2006.

Em dezembro, as fundações Vodafone e Nações Unidas publicaram um relatório em que era destacado o risco da desinformação que circula na internet.

Agora, os criadores doUshahidi trabalham em um sistema de verificação para garantir de forma independente que os dados têm procedência confiável.

Fonte: BBC Brasil

Monitoramento de marcas na internet: seis motivos para fazer

14/01/2010

Seis dicas do Tarcízio Silva  para monitoramento de marcas na internet:

1) Responder

Responder, e rapidamente, é o ponto mais estabelecido no que se refere a monitoramento. Falaram do seu cliente nas mídias sociais? A resposta pode vir no mesmo momento, se o serviço de monitoramento estiver entrelaçado a relacionamento e produção de conteúdo digital. No caso de empresas com grandes problemas operacionais, como empresas do ramo telefônico, que são muito criticadas, isso seria algo muito positivo se utilizado efetivamente. Mas o que acontece na maioria dos casos, infelizmente, ainda é o uso dos perfis em mídias sociais como broadcasting. É só ver os perfis da Claro ou TIM no Twitter. Nada de replies. Zero.

2) Aprender

Aprender sobre o público-alvo é interessantíssimo. Digamos que você represente, sei lá, um café em um bairro de São Paulo. Além de citações à marca do café, de seus símbolos e de seus produtos, é possível monitorar clientes e possíveis clientes que nunca falaram sobre sua marca? Como? Se você é um café que está na Rua Boa Vista, por exemplo, porque não aprender sobre o bairro? Afinal, todo mundo que mora, trabalha ou passa por lá é um possível cliente.

Com o monitoramento de termos relacionados àquela rua, por exemplo, é possível aprender sobre os comportamentos dessas pessoas no que tange à área em que o estabelecimento está situado. Um morador reclama que não tem um lugar bom pra tomar café da manhã? Outro diz que a estação de metrô mais próxima é a pior da cidade? Aí estão oportunidades e ameaças para os negócios.

3) Inovar

Utilizar monitoramento é, por si só, inovação para algumas mentalidades. Mas ter um monitoramento bom pode servir de insumos para diversos tipos de inovações. O mais palpável é inovação em produtos e serviços. Quando os usuários apontam falhas no que você ou seu cliente oferece, exaltam características do concorrente ou, ainda, sonham com algo que não existe, o espaço para inovar está aberto.

Desenvolver e apresentar um novo produto, serviço ou posicionamento de marca pode ser mais eficaz e seguro quando você conhece muito bem o que os consumidores querem. Sabe aquela frase que qualquer marca quer ouvir (“A marca fulana fez isso pensando em mim!”)? Torna-se cada vez mais verdade.

4) Localizar

Localizar os chamados “advogados de marca” (não gosto desse termo, mas é muito utilizado), hubs e influenciadores de opinião é algo facilitadíssimo pelo monitoramento. No atual estágio (e nos futuros também) da internet, cada pessoa tem um potencial único de produção e comunicação muito importante que, em alguns casos, superam o de grandes empresas. O monitoramento permite localizar pessoas que possam “trabalhar para a marca” em troca de algo. Reputação, status, popularidade, dinheiro ou, simplesmente, pelo prazer de interagir com algo importante em sua vida. A partir disso, as equipes de comunicação da empresa ou as agências de propaganda podem ver qual a melhor estratégia para manter, melhorar ou mudar o que estas pessoas falam sobre suas marcas.

5) Otimizar

O quinto motivo é o que permite aperfeiçoar custos e retornos de campanhas. Monitorar conversações entre as pessoas permite saber onde elas vão na web, com quem elas falam, quem elas lêem, o que elas ouvem, como elas falam etc etc etc. Isso permite que custos de mídia otimizados, mais precisos, quando associados a dados de web analytics. Tanto para a internet quanto para outras mídias, monitorar significa também conhecer os tipos de estilo, discursos e referências que o público-alvo quer consumir. Dessa forma, relatórios analíticos a partir de monitoramento pode até dar insumos de estratégia criativa para redatores de TV, por exemplo.

6) Avaliar

Campanhas digitais podem ser avaliadas em relação ao aumento ou diminuição do engajamento dos públicos. Se uma empresa tem uma política de monitoramento constante, a cada nova campanha, conteúdo e produto lançado os fluxos, valores e sentimentos podem ser avaliados novamente. Dessa forma, cada passo que a empresa ou agência der (passos esses que já devem ser embasados pelo monitoramento), podem ser melhor avaliados também.

Estas são seis de muitas aplicações possíveis. Monitoramento pode ser utilizado com diversos métodos e ferramentas. Tenho escrito sobre algumas delas no meu blog, mas é uma prática em constante desenvolvimento. Podem adicionar suas considerações e sugestões de outros benefícios, nos comentários.

Fonte: Casa do Galo

Comércio eletrônico + redes sociais = comércio social

12/01/2010

O comércio eletrônico só tem a ganhar ao se aproximar das redes sociais. Novas oportunidades podem surgir com o relacionamente facilitado pelas ferramentas de interação.

Enquanto muita gente não se preocupa com o conceito das coisas, muitos “sobrinhos” desenvolvedores estão no mercado de trabalho competindo com pequenas e médias agências digitais. Você precisa ter algo a mais do que eles. E é fácil, veja:

Com a ajuda da Wikipédia podemos dizer que:

Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes.

O que acontece hoje por parte dos sobrinhos é uma oferta ao cliente de todas as formas disponíveis e gratuitas de redes sociais, independente se a empresa possui o perfil ou se faz uso adequado realmente da ferramenta.

Sim, é verdade que as decisões de compra em tempos de internet são influenciadas não só pelas redes primárias das pessoas (família, amigos, formadores de opinião) como também pelos blogs, sites de comunidade (redes sociais) páginas pessoais e afins.

Mas antes de colocar a cara à tapa as empresas devem desenvolver junto às agências digitais um planejamento estratégico e definir o foco de sua participação nas redes sociais. Existem diversas oportunidades de negócio na web e diversas formas de interação com o usuário, basta analisar qual a melhor opção de interagir com seu cliente.

Tá, mas e aí, o que é o tal de comércio social?

Comércio social é a união de ferramentas de loja virtual (vendas de produtos online) com ferramentas de interação vindas da chamada web 2.0 (blog, fóruns, Twitter, Orkut, Facebook etc.). Existem brasileiros utilizando esse conceito, que na minha opinião é um ótimo modelo de negócio para as empresas e clientes. O exemplo mais popular da web é o Camiseteria. O conteúdo é fornecido, escolhido e comprado pelos usuários participantes da comunidade. Vale a pena conferir o case.

Outro ponto importante no comércio social é que os usuários tornam-se mais seguros para realizar a compra. Muitas pessoas desejam algum contato humano antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter uma forma de interação neste sentido é fundamental para aumentar as vendas.

Um ponto importante visto através de pesquisas da Nielsen é que o tempo de navegação por pessoa em ambiente residencial no Brasil é mais alto que em outros países por causa do intenso uso de sites sociais.

Dados do mercado

  • Média de navegação por usuário em mídia social – 4h/mês (Comscore)
  • 17% dos internautas criam blogs ou sites (Cetic.Br)
  • 51% dos internautas residenciais lêem blogs (Ibope/NetRatings)
  • 35 milhões de perfis no Twitter (Março de 2009, este número já deve ter aumentado em grande escala, estimativa de 100 milhões de usuários até o final do ano. – Info)
  • 74% dos internautas do Brasil assistem vídeos online (Cetic.Br)
  • O Twitter já permite que aplicativos de terceiros, como Seesmic e BirdFeed, ofereçam recursos de geolocalização aos usuários.(Info)

As agências digitais estão tendo que se preparar melhor e poder vender este novo conceito para seus clientes – para enfrentar o amadorismo elas precisam avançar mais nestes novos conceitos, fornecer um planejamento estratégico e assim criar um plano de comunicação focado no usuário.

A idéia não é vender a qualquer custo, mas criar um relacionamento mais próximo com o usuário, de modo a conhecer mais suas preferências e sua cultura e fornecer então o produto certo na hora certa.

Em função disso, amadurece outra tendência, chamada de CSM (Comércio Social Móvel/Mobile), também baseada em conhecer bem o cliente e acima de tudo estar presente a hora certa e no lugar certo.

Para isso o recado para as empresas é focar mais no cliente, conhecer mais o usuário, personalizar mais o produto e o atendimento – e consequentemente vender mais os produtos e ter uma boa imagem.

Fonte: Webinsider