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Marcas que fizeram #fail nas mídias sociais

23/03/2010

Grandes marcas estão cada vez mais aderindo às mídias sociais, e por vezes estão tropeçando na dinâmica do relacionamento com os consumidores nesses novos meios de comunicação. Existem vários casos de falta de bom senso e até erros primários que custaram muito caro gerando danos à imagem da marca e um sentimento negativo por parte dos usuários. Esse post vai ser atualizado sempre que um caso desses ocorrer, dizem que se aprende com os erros… vamos acompanhar.

22/03/2010
O mais recente caso é o da Nestlé, que deve ter deixado a cargo de um estagiário irresponsável (pelo menos no dia) o gerenciamento de sua página de fãs no Facebook.

A Nestlé vem sofrendo fortes ataques do Greepeace direcionados ao seu chocolate “Kit Kat”. A ONG acusa a empresa (fornecedores) de destruir florestas tropicais da Indonésia para extrair o óleo de dendê usado na fabricação do chocolate.

O Greenpeace fez uma sátira alterando o logo do chocolate, em alusão a destruição da floresta e publicou um video que faz referência a devastação do habitat dos Orangotangos que mostra um trabalhador abrindo um pacote do chocolate  e comendo um dedo de orangotango sem perceber. A Nestlé foi atrás do Google para tentar tirar o vídeo do YouTube alegando violações de direitos autorais por causa da alteração do logo. Porém de nada adiaram os esforços da empresa, o video já havia se tornado viral.

Na página do Facebook, que tem mais de 90.000 fãs até o momento, quem está gerenciando a conta no site de relacionamento está tendo uma abordagem hostil com os consumidores e potenciais clientes.

Na página diz que a Nestlé agradece os comentários, mas “por favor, não poste usando uma versão alterada de qualquer um dos nossos logotipos como sua foto de perfil – eles serão excluídos.” Insinuando que os logos são propriedade intelectual da Nestlé e não podem ser alterados. A Nestlé também excluiu comentários negativos de muitas pessoas e respondeu de forma padronizada a outras, mostrando total desprezo ao pensamento de seus consumidores. A reação dos usuários foi imediata, criticando a censura e dizendo frases como “não nos diga o que fazer”.

A Nestlé está nos mostrando como amplificar uma crise através das mídias sociais, deixando transparecer um pensamento antigo e controlador. Típico das velhas mídias.

O assunto está sendo discutido em toda a esfera das mídias sociais e vem ganhando força. Além das redes sociais como o Facebook, o assunto vem gerando milhares de tweets e posts em blogs, e deverá arrebanhar um número de pessoas muito grande que serão difusoras e multiplicadoras desse movimento. A Nestlé não vai poder ignorar isso.

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Fonte: Midias Sociais

Complexidades métricas: perfis Twitter

01/03/2010

A efetividade de uma ação ou canal de comunicação em mídias sociais pode ser avaliada a partir de diversos indicadores. Tenho refletido bastante sobre isso, uma vez que pretendo criar e organizar conteúdo sobre métricas em mídias sociais para um futuro workshop na CampiDigital.

A título de exercício, listo aqui algumas “complexificações” de métricas para um perfil do Twitter a partir de três dos indicadores mais “óbvios”: seguidores, listas e menções.

Seguidores – Número absoluto: o número total de seguidores é o dado mais “rasteiro”, digamos. Quem trabalha com comunicação digital provavelmente já encontrou algum cliente que disse algo como “quero xx followers”.

– Relação seguidores x seguidos: é a relação entre o número total de seguidores e seguidos. Para alguns perfis pode significar relevância do conteúdo e/ou popularidade. Por exemplo, a pesquisadora @raquelrecuero possui uma relação positiva de 12,9. Porém, a partir de dado número de seguidores e dessa relação pode significar falta de interatividade e uso “broadcasting” do Twitter, como acontece com celebridades televisivas.Nesse caso, o valor popularidade permanece, enquanto o de relevância perde.

– Seguidores ativos: um perfil pode possuir muitos seguidores inativos, o que significa que o alcance não é tão bom quanto parece. Algumas ferramentas permitem deletar automaticametne seguidores inativos, fazendo com que o número de seguidores se aproxime desse indicador.

– Alcance dos seguidores: é o número médio de seguidores que os seguidores de determinado perfil possui. É um dado difícil de ser coletado, mas é bastante relevante. Certa vez li um post que falava, com provável razão, que os milhares de seguidores de @marcelotas não significam muita coisa, opis são pessoas que passam a o seguir por causa da televisão e, em tese, não são tão desenvoltos com internet e não teriam muito alcance.

– Relevância dos seguidores: também pode ser chamado de “qualidade” dos seguidores. Para determinado perfil, pode ser mais interessante que os seguidores sejam de determinada profissão, classe econômica ou localização. Quanto maior a porcentadem de seguidores no perfil desejado, mais os objetivos poderão ser alcançados.

– Relação seguidores follow-back x seguidores espontâneos: ajuda a avaliar se as pessoas estão virando seguidoras apenas por gostar da marca/conteúdo/relacionamento e encontrando o perfil espontaneamente ou se existe a pressão da retribuição (segue porque o perfil começou a seguir primeiro).

Listas –

Número absoluto: outra vez, é o indicador mais rasteiro. Significa a quantidade de perfis que dispenderam certo esforço de colocar tal perfil em alguma lista. –

Relação Tweets x Listas: a relação entre tweets e listas é interessante porque pode indicar o quanto o conteúdo que está sendo atualizado é “denso” para os seguidores. Se há uma boa relação entre número de tweets e número de listas, pode significar que o conteúdo está alcançando seu objetivo de comunicação. Também pode significar, em alguns casos, a força da marca/personalidade.

– Listas relevantes: é possível analisar a quantidade absoluta e a quantidade relativa de listas que sejam relevantes ao perfil indicado. Por exemplo, no meu caso, listas como “mídias sociais”, “comunicação” e “social media” são as mais relevantes para os meus objetivos, enquanto listas como “salvador”, “segunda-feira” (sic) e outras não são tão relevantes.

Menções – Número absoluto: número absoluto de menções em determinado período de tempo.

– Menções / Tweet: é a quantidade de menções por outros usuários em relação a quantidade de tweets postados. Se essa relação é alta, significa que os seguidores estão mais engajados.

– Retweet / Menções: o simples retweet, a meu ver, possui menos valor do que uma menção mais elaborada com conteúdo original. Ver a quantidade de menções “originais” em relação a simples retweets (principalmente os “incentivados” por promoções) é interessante.

– Menções positivas: a quantidade de menções positivas (em contraponto a neutras e negativas) ao twitter da marca.

Texto e Fonte : Tarcízio Silva

Nas mídias sociais, os números não falam sozinhos

01/03/2010

Quando o assunto é monitoramento de mídia social, surgem as cruciais perguntas: quantos seguidores temos? Quantas pessoas nos retuitou? Quantas pessoas nos mencionaram? Precisamos de números para justificar essa ação.

Pára tudo!  Quando estamos diante de uma estratégia de comunicação na rede social, os números por si só não dizem muita coisa. A lógica não é apenas a da audiência de TV, rádio ou jornal.

Vamos lá! Imaginem dois casos. No caso A, a mensagens ou o perfil foi mencionado 2.000 vezes. No caso B, o perfil foi mencionado 500 vezes. Isso quer dizer que o caso A atingiu mais pessoas? Possivelmente, mas essas menções, em sua maioria, foram críticas ao caso A. E aí?

Um segundo exemplo. A campanha Y teve 60 retwittes e a campanha X teve apenas 5 retuites. Quem “enche os olhos” ? A campanha Y. Pode ser um ledo engano. Se formos analisar, a campanha X atingiu mais pessoas porque os 5 retuites foram pessoas que tinham, conjuntamente, mais de 80 mil seguidores enquanto que os 60 não chegam a 10 mil seguidores.

Para aprofundar mais ainda essa discussão que os números não falam por si só, iremos recorrer à excelente produção de Tarcízio Silva sobre a complexidade das métricas, como foco no twitter.

Calma! Não estamos dizendo que os números não são importantes. Claro que são! Eles são a base para todo o trabalho de monitoramento e análise. Eles fazem parte do primeiro passo.  É só olhar para o mercado de softwares desenvolvidos só para isso. Mas, atenção, os “robôs” não substituem os analistas de mídia social. Para isso, é preciso ter inteligência na interpretação dos dados. Há quem chame também de “tratamento das informações”. E isso, ninguém substitui o homem e a mulher. Por exemplo, o fim do Cordel do Fogo Encantado.  A divulgação dessa notícia, nesta semana, estava no Trending Topics Brasil com a tag #fogoencantando. Se o robô do monitoramento só pegou o “fogo encantado” deixou milhões de pessoas de fora do monitoramento porque ele precisa de um ser pensante para dizer que a palavra-chave está sendo outra também.

Esse debate leva para duas discussões fundamentais. O primeiro do campo da semântica, ou seja, os relatórios sobre mídias sociais são compostos por números e análises de contextos, que envolve conhecimentos do campo online como também do mundo offline (relações políticas, sociais, culturais e econômicas) que o assunto está inserido. Por isso, insistimos que o nome não é apenas monitoramento, mas monitoramento e análise.

A segunda discussão é que as métricas da mídia social trazem informações sobre o relacionamento da comunicação social da marca com as pessoas. Insistimos que esse relacionamento é bem mais amplo que a publicidade, o marketing, etc. A comunicação pode envolver promoções, lançamentos de produtos, indicações para cargos, lançamento de idéias, cobertura de carnavais.

Enfim, são inúmeras as formas de comunicação que se pode ter nas mídias sociais.  Você ou a sua empresa precisa escolher qual é a comunicação mais indicada para agregar valor a sua marca ou a você mesmo. Por isso, se pergunte sempre como você quer se visto para o mundo ou como o mundo deve olhar para você. Esse poder ainda é seu! E lembre-se, as mídias sociais são nada mais que o universo dos meios sociais em expansão, possibilitando uma maior difusão do conteúdo. Para se destacar, aparece quem tem informações mais organizadas e proporciona conteúdos relevantes.

Texto: Rosário de Pompéia (@pomppeia) e Socorro Macedo (@socorromacedo) | contato@lefil.com.br | @lefil

Fonte: Le Fil Comunicação Digital

Cultura Digital na Social Media Week SP

07/02/2010

A Social Media Week é uma conferência que ocorre simultaneamente em importantes cidades globais, como Nova York, Berlim, Londres, São Francisco, Toronto e, em 2010, São Paulo entrou nesta importante rota. Segundo a organização, o tema desta edição discutiu Mídias sociais e uma sociedade conectada: explorando o impacto na cultura, nas comunicações de negócios e na sociedade como um todo.

Na quinta-feira, a editora da PIX, Bia Granja, falou sobre Cultura Digital de uma maneira leve e inteligente, trazendo curiosidades e dados interessantes para os apaixonados por social media (nós, por exemplo :D ).

A edição brasileira, que ocorreu na sede da DM9, na ESPM/SP e no The Hub, teve vagas disputadíssimas, e atraiu o interesse de diversos espectadores que acompanharam pelo livestream e através da tag #smwsp, no Twitter. A programação contou com palestras sobre ativismo digital, netweaving,  mapeamento colaborativo, entre outras.

Na quinta-feira, a editora da PIX, Bia Granja, falou sobre Cultura Digital de uma maneira leve e inteligente, trazendo curiosidades e dados interessantes para os apaixonados por social media (nós, por exemplo :D ).

Confiram o vídeo da palestra no site da Cultura digital:

http://migre.me/jaTk

Fonte: Cultura Digital

Brasil é o terceiro no ranking de tempo em redes sociais

23/01/2010

Redes sociais tiveram um aumento de 82% no tempo de navegação em dezembro de 2009. Os dados da Nielsen apontam o Brasil com uma média de 4h30min em sites de relacionamento no último mês do ano passado – o sexto colocado no ranking de países. A maior média é da Austrália, com 6h52min.

Em audiência única, no entanto, o Brasil sobe. É o terceiro país, atrás apenas de Estados Unidos e Japão, com 31 milhões de usuários fazendo um networking.

Apesar do grande número de acessos, e de horas no Brasil, o hit Orkut não é o motor do crescimento mundial das redes sociais. Dados dos Estados Unidos apontam que o Facebook é a força motriz do alto índice de acessos, passando da faixa dos 60 milhões, em dezembro de 2008, para a dos 110 milhões visitantes de 2009. Twitter é o segundo melhor desempenho nos EUA.

Mais pessoas gastando mais tempo.

Em 2006, numa aula de Filosofia da Comunicação, discutíamos a mudança de hábitos provocadas pela tecnologia. A preocupação, então, era com o costume de enviar e receber cartas. O e-mail mataria os velhos envelopes selados? Hoje, os números dão preocupações bem maiores aos apocalípticos da tecnologia. “Estamos trocando as conversas frente à frente pelos scraps e tweets!” .

Não necessariamente. Antes de gritar por aí que a tecnologia mata a poesia, se deve ver nas ferramentas online um novo jeito de se comunicar – e até ser poético. Afinal, as 4h30 gastas no Brasil com certeza não chegam perto das horas de bate-papo face to face.

Fonte: Blog Infosfera – Zero Hora

Cinco dicas para sua empresa iniciar ações nas redes sociais

20/01/2010

É possível potencializar negócios utilizando redes sociais. Nos últimos anos as mídias ampliaram canais de diálogo entre empresas e seus respectivos públicos saíram do ambiente de entretenimento para plataformas essenciais em planejamentos de comunicação de negócios, políticos, multinacionais, indústrias, governos e pessoas públicas.

Por isso, se sua empresa não está conectada a elas, está na hora de você pensar em como fazê-lo da maneira mais assertiva e profissional.

“Estar no mundo virtual exige campanhas executadas de maneira consistente, permanente e profissional”, explica o CEO da agência Mentes Digitais, André Telles, autor do best seller Orkut.com e Geração Digital.

O especialista dá cinco dicas para profissionais que querem estabelecer perfis em redes sociais e não sabem por onde começar:

Identifique sua rede social: São no mínimo seis redes sociais com grande acesso de brasileiros. Faça uma análise detalhada de qual é frequentada pelo seu público alvo. Você pode escolher uma ou várias redes para criar o perfil da sua empresa.

Pense na sua identidade: Muito mais do que estabelecer uma identidade visual, com logo e cores que se relacionam com sua empresa, lembre-se da sua identidade textual, que preserve características na linguagem. Estes elementos irão construir credibilidade com audiência. Use uma linguagem informal, mas lembre-se que o português padrão é essencial.

Crie um ritmo: Depois estar conectado, lembre-se da importância de manter uma frequencia na manutenção e publicação do conteúdo. Muitas empresas contratam um profissional exclusivo para isso. Lembre-se que publicar por publicar não faz sentido, o conteúdo deve ter algum proveito positivo para a audiência.

Mensure resultados: É importante criar uma maneira de mensurar resultados nas redes sociais. Como fazê-lo é um desafio que você precisa descobrir levando em consideração as especificidades do seu negócio, as características de seus clientes. Número de seguidores ou de amigos não são, de forma geral, características de qualidade. Contudo, as interações entre audiência e os perfis da sua empresa na rede social podem fornecer uma série de informações pertinentes para o planejamento estratégico da empresa. Perceber, analisar e utilizar estas informações é um resultado positivo de estar conectado.

Esteja pronto para reagir: A democracia criada pelo o ambiente virtual permite que opiniões tanto positivas como negativas sejam divulgadas. É importante estar pronto para respondê-las de maneira ágil e eficiente. A imagem que a empresa tem no mercado e junto aos clientes ficará exposta nas redes sociais. Tenha uma equipe focada nas mídias sociais, ou pense em contratar profissionais de agência digital para um apoio técnico.

Fonte: Paranashop

Monitoramento de marcas na internet: seis motivos para fazer

14/01/2010

Seis dicas do Tarcízio Silva  para monitoramento de marcas na internet:

1) Responder

Responder, e rapidamente, é o ponto mais estabelecido no que se refere a monitoramento. Falaram do seu cliente nas mídias sociais? A resposta pode vir no mesmo momento, se o serviço de monitoramento estiver entrelaçado a relacionamento e produção de conteúdo digital. No caso de empresas com grandes problemas operacionais, como empresas do ramo telefônico, que são muito criticadas, isso seria algo muito positivo se utilizado efetivamente. Mas o que acontece na maioria dos casos, infelizmente, ainda é o uso dos perfis em mídias sociais como broadcasting. É só ver os perfis da Claro ou TIM no Twitter. Nada de replies. Zero.

2) Aprender

Aprender sobre o público-alvo é interessantíssimo. Digamos que você represente, sei lá, um café em um bairro de São Paulo. Além de citações à marca do café, de seus símbolos e de seus produtos, é possível monitorar clientes e possíveis clientes que nunca falaram sobre sua marca? Como? Se você é um café que está na Rua Boa Vista, por exemplo, porque não aprender sobre o bairro? Afinal, todo mundo que mora, trabalha ou passa por lá é um possível cliente.

Com o monitoramento de termos relacionados àquela rua, por exemplo, é possível aprender sobre os comportamentos dessas pessoas no que tange à área em que o estabelecimento está situado. Um morador reclama que não tem um lugar bom pra tomar café da manhã? Outro diz que a estação de metrô mais próxima é a pior da cidade? Aí estão oportunidades e ameaças para os negócios.

3) Inovar

Utilizar monitoramento é, por si só, inovação para algumas mentalidades. Mas ter um monitoramento bom pode servir de insumos para diversos tipos de inovações. O mais palpável é inovação em produtos e serviços. Quando os usuários apontam falhas no que você ou seu cliente oferece, exaltam características do concorrente ou, ainda, sonham com algo que não existe, o espaço para inovar está aberto.

Desenvolver e apresentar um novo produto, serviço ou posicionamento de marca pode ser mais eficaz e seguro quando você conhece muito bem o que os consumidores querem. Sabe aquela frase que qualquer marca quer ouvir (“A marca fulana fez isso pensando em mim!”)? Torna-se cada vez mais verdade.

4) Localizar

Localizar os chamados “advogados de marca” (não gosto desse termo, mas é muito utilizado), hubs e influenciadores de opinião é algo facilitadíssimo pelo monitoramento. No atual estágio (e nos futuros também) da internet, cada pessoa tem um potencial único de produção e comunicação muito importante que, em alguns casos, superam o de grandes empresas. O monitoramento permite localizar pessoas que possam “trabalhar para a marca” em troca de algo. Reputação, status, popularidade, dinheiro ou, simplesmente, pelo prazer de interagir com algo importante em sua vida. A partir disso, as equipes de comunicação da empresa ou as agências de propaganda podem ver qual a melhor estratégia para manter, melhorar ou mudar o que estas pessoas falam sobre suas marcas.

5) Otimizar

O quinto motivo é o que permite aperfeiçoar custos e retornos de campanhas. Monitorar conversações entre as pessoas permite saber onde elas vão na web, com quem elas falam, quem elas lêem, o que elas ouvem, como elas falam etc etc etc. Isso permite que custos de mídia otimizados, mais precisos, quando associados a dados de web analytics. Tanto para a internet quanto para outras mídias, monitorar significa também conhecer os tipos de estilo, discursos e referências que o público-alvo quer consumir. Dessa forma, relatórios analíticos a partir de monitoramento pode até dar insumos de estratégia criativa para redatores de TV, por exemplo.

6) Avaliar

Campanhas digitais podem ser avaliadas em relação ao aumento ou diminuição do engajamento dos públicos. Se uma empresa tem uma política de monitoramento constante, a cada nova campanha, conteúdo e produto lançado os fluxos, valores e sentimentos podem ser avaliados novamente. Dessa forma, cada passo que a empresa ou agência der (passos esses que já devem ser embasados pelo monitoramento), podem ser melhor avaliados também.

Estas são seis de muitas aplicações possíveis. Monitoramento pode ser utilizado com diversos métodos e ferramentas. Tenho escrito sobre algumas delas no meu blog, mas é uma prática em constante desenvolvimento. Podem adicionar suas considerações e sugestões de outros benefícios, nos comentários.

Fonte: Casa do Galo

Comércio eletrônico + redes sociais = comércio social

12/01/2010

O comércio eletrônico só tem a ganhar ao se aproximar das redes sociais. Novas oportunidades podem surgir com o relacionamente facilitado pelas ferramentas de interação.

Enquanto muita gente não se preocupa com o conceito das coisas, muitos “sobrinhos” desenvolvedores estão no mercado de trabalho competindo com pequenas e médias agências digitais. Você precisa ter algo a mais do que eles. E é fácil, veja:

Com a ajuda da Wikipédia podemos dizer que:

Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes.

O que acontece hoje por parte dos sobrinhos é uma oferta ao cliente de todas as formas disponíveis e gratuitas de redes sociais, independente se a empresa possui o perfil ou se faz uso adequado realmente da ferramenta.

Sim, é verdade que as decisões de compra em tempos de internet são influenciadas não só pelas redes primárias das pessoas (família, amigos, formadores de opinião) como também pelos blogs, sites de comunidade (redes sociais) páginas pessoais e afins.

Mas antes de colocar a cara à tapa as empresas devem desenvolver junto às agências digitais um planejamento estratégico e definir o foco de sua participação nas redes sociais. Existem diversas oportunidades de negócio na web e diversas formas de interação com o usuário, basta analisar qual a melhor opção de interagir com seu cliente.

Tá, mas e aí, o que é o tal de comércio social?

Comércio social é a união de ferramentas de loja virtual (vendas de produtos online) com ferramentas de interação vindas da chamada web 2.0 (blog, fóruns, Twitter, Orkut, Facebook etc.). Existem brasileiros utilizando esse conceito, que na minha opinião é um ótimo modelo de negócio para as empresas e clientes. O exemplo mais popular da web é o Camiseteria. O conteúdo é fornecido, escolhido e comprado pelos usuários participantes da comunidade. Vale a pena conferir o case.

Outro ponto importante no comércio social é que os usuários tornam-se mais seguros para realizar a compra. Muitas pessoas desejam algum contato humano antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter uma forma de interação neste sentido é fundamental para aumentar as vendas.

Um ponto importante visto através de pesquisas da Nielsen é que o tempo de navegação por pessoa em ambiente residencial no Brasil é mais alto que em outros países por causa do intenso uso de sites sociais.

Dados do mercado

  • Média de navegação por usuário em mídia social – 4h/mês (Comscore)
  • 17% dos internautas criam blogs ou sites (Cetic.Br)
  • 51% dos internautas residenciais lêem blogs (Ibope/NetRatings)
  • 35 milhões de perfis no Twitter (Março de 2009, este número já deve ter aumentado em grande escala, estimativa de 100 milhões de usuários até o final do ano. – Info)
  • 74% dos internautas do Brasil assistem vídeos online (Cetic.Br)
  • O Twitter já permite que aplicativos de terceiros, como Seesmic e BirdFeed, ofereçam recursos de geolocalização aos usuários.(Info)

As agências digitais estão tendo que se preparar melhor e poder vender este novo conceito para seus clientes – para enfrentar o amadorismo elas precisam avançar mais nestes novos conceitos, fornecer um planejamento estratégico e assim criar um plano de comunicação focado no usuário.

A idéia não é vender a qualquer custo, mas criar um relacionamento mais próximo com o usuário, de modo a conhecer mais suas preferências e sua cultura e fornecer então o produto certo na hora certa.

Em função disso, amadurece outra tendência, chamada de CSM (Comércio Social Móvel/Mobile), também baseada em conhecer bem o cliente e acima de tudo estar presente a hora certa e no lugar certo.

Para isso o recado para as empresas é focar mais no cliente, conhecer mais o usuário, personalizar mais o produto e o atendimento – e consequentemente vender mais os produtos e ter uma boa imagem.

Fonte: Webinsider

Celular é o segundo dispositivo mais usado para acessar a internet, aponta pesquisa do IBOPE

12/01/2010

Mais brasileiros conectados

  • Getty Images

Além do acesso à internet ter crescido, o celular já é o segundo meio mais utilizado para navegar na web. De acordo com pesquisa realizada pelo IBOPE nas principais regiões metropolitanas do país, o acesso à internet cresceu cerca de 10% em um ano e, entre as pessoas que acessam a internet por meio de outros equipamentos que não o computador, 66% o fazem pelo celular.

Em 2008, 49% dos entrevistados pelo IBOPE acessavam a internet, porcentagem que subiu para 54% em 2009, totalizando mais de 25 milhões brasileiros que costumam conectar-se à rede.

Quando não acessada pelo computador, a internet é utilizada por 66% dos entrevistados pelo celular, 21% pelo smartphone com tecnologia 3G, 9% por computador de mão/palm top e 3% por smartphone sem tecnologia 3G. Dentre estas pessoas, 25% acessam a internet diariamente.

A 21ª edição da pesquisa Internet Pop do IBOPE realizou um mapeamento dos hábitos de uso de internet dos brasileiros nas principais regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Distrito Federal, Campinas e Florianópolis. Foram feitas 17 mil entrevistas com a população acima de 10 anos.

Entre os dados pesquisados, estão os sites mais acessados no domicílio, informações sobre as operadoras que fornecem o serviço 3G e a mensuração das atividades realizadas no celular, como ouvir rádio AM e FM, assistir TV aberta e digital, assistir a vídeos e filmes, entre outros indicadores.

Fonte: Tecnologia Uol

Cresce uso de celulares para compras

12/01/2010
Segundo levantamento, 64% dos consumidores com idades entre 18 e 34 anos usaram celulares para fazer compras

NOVA YORK (Reuters) – Um número crescente de consumidores no mundo inteiro usou celulares para antecipar compras de Natal e o uso dos aparelhos foi especialmente alto entre jovens adultos em busca de cupons de descontos, segundo estudo patrocinado pela Motorola, divulgado nesta segunda-feira.

Esses consumidores usaram seus celulares para comparar preços, além de tirar fotos de produtos que gostariam de comprar ou simplesmente para acessar cupons online, entre outras atividades, de acordo com a pesquisa. O levantamento ouviu cerca de 4,5 mil consumidores, entre 25 de novembro e 20 de dezembro, e foi conduzido por e-Rewards e TNS International. Leia também: Intel lança chips e demonstra loja (08/01/2010) Motorola mostra tablet com chip Nvidia (08/01/2010) Bem virtual é nova fonte de receita na web (30/12/2009).

 Foram entrevistados consumidores dos Estados Unidos, do Canadá, da Grã-Bretanha, Alemanha, França, Itália, Espanha, México, Brasil, Índia e China, na maior pesquisa já feita pela Motorola sobre o assunto, embora cerca de 45% dos participantes vivem nos EUA.

Embora não haja dados comparáveis para anos anteriores, a Motorola afirmou que houve um aumento no uso de smartphones nas compras este ano.

A Motorola afirma que o levantamento descobriu que 64% dos consumidores com idades entre 18 e 34 anos usaram celulares para fazer compras e cerca de um terço do público com idade de mais 50 também utilizou a tecnologia.

A tendência deve acelerar nos próximos anos e os varejistas terão que se adaptar se quiserem sobreviver, afirmou um diretor sênior da Motorola à Reuters.

“Os varejistas mais preparados para diferentes tipos de tecnologias usadas não somente por consumidores, mas por pessoas, em suas lojas terão os melhores resultados”, afirmou Frank Riso, do grupo de tecnologia para o varejo da Motorola.