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Cinco dicas para sua empresa iniciar ações nas redes sociais

20/01/2010

É possível potencializar negócios utilizando redes sociais. Nos últimos anos as mídias ampliaram canais de diálogo entre empresas e seus respectivos públicos saíram do ambiente de entretenimento para plataformas essenciais em planejamentos de comunicação de negócios, políticos, multinacionais, indústrias, governos e pessoas públicas.

Por isso, se sua empresa não está conectada a elas, está na hora de você pensar em como fazê-lo da maneira mais assertiva e profissional.

“Estar no mundo virtual exige campanhas executadas de maneira consistente, permanente e profissional”, explica o CEO da agência Mentes Digitais, André Telles, autor do best seller Orkut.com e Geração Digital.

O especialista dá cinco dicas para profissionais que querem estabelecer perfis em redes sociais e não sabem por onde começar:

Identifique sua rede social: São no mínimo seis redes sociais com grande acesso de brasileiros. Faça uma análise detalhada de qual é frequentada pelo seu público alvo. Você pode escolher uma ou várias redes para criar o perfil da sua empresa.

Pense na sua identidade: Muito mais do que estabelecer uma identidade visual, com logo e cores que se relacionam com sua empresa, lembre-se da sua identidade textual, que preserve características na linguagem. Estes elementos irão construir credibilidade com audiência. Use uma linguagem informal, mas lembre-se que o português padrão é essencial.

Crie um ritmo: Depois estar conectado, lembre-se da importância de manter uma frequencia na manutenção e publicação do conteúdo. Muitas empresas contratam um profissional exclusivo para isso. Lembre-se que publicar por publicar não faz sentido, o conteúdo deve ter algum proveito positivo para a audiência.

Mensure resultados: É importante criar uma maneira de mensurar resultados nas redes sociais. Como fazê-lo é um desafio que você precisa descobrir levando em consideração as especificidades do seu negócio, as características de seus clientes. Número de seguidores ou de amigos não são, de forma geral, características de qualidade. Contudo, as interações entre audiência e os perfis da sua empresa na rede social podem fornecer uma série de informações pertinentes para o planejamento estratégico da empresa. Perceber, analisar e utilizar estas informações é um resultado positivo de estar conectado.

Esteja pronto para reagir: A democracia criada pelo o ambiente virtual permite que opiniões tanto positivas como negativas sejam divulgadas. É importante estar pronto para respondê-las de maneira ágil e eficiente. A imagem que a empresa tem no mercado e junto aos clientes ficará exposta nas redes sociais. Tenha uma equipe focada nas mídias sociais, ou pense em contratar profissionais de agência digital para um apoio técnico.

Fonte: Paranashop

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As 100 marcas mais sociais

06/01/2010

A cada dia, as empresas estão mais preocupadas com sua imagem na internet e, sobretudo, nas redes sociais. Por isso, elas têm investido pesado para consolidar seus nomes e campanhas publicitárias entre o público variado que acessa as redes. A empresa americana Vitrue, especializada em redes sociais, acaba de divulgar uma lista com as 100 marcas mais sociais de 2009.

Segundo dados de outra consultoria, a eMarketer, das empresas listadas entre as 500 maiores pela revista Fortune, as marcas que não estão em redes sociais representam apenas 9% do total (elas eram 43% no ano anterior). Aqui no Brasil, vemos um número cada vez maior de empresas com perfis no Twitter (e campanhas específicas para o serviço), no orkut e no Facebook.

Essa preocupação com as redes sociais confirma a ideia de que a gestão das marcas está mudando. Querendo ou não, uma empresa pode receber comentários de qualquer pessoa contra ela. Se no passado o domínio sobre as marcas era grande, hoje elas estão mais, digamos, vulneráveis à opinião das pessoas. E isso é bom para nós, consumidores.
Voltando à lista das marcas mais sociais, o ranking é liderado pelo iPhone, da Apple, seguido pela Disney e pela CNN.

O iPhone manteve o topo da lista, que está na segunda edição. Alguns destaques: a Adidas subiu da 85ª. posição para a 14ª. Outras que também brilharam foram NBA, Nike, Nissan, Victoria’s Secret, HP, e KFC.

As marcas de consoles estão no topo: Wii em 7º., Xbox em 9º., Playstation em 13º. e Nintendo em 21º. É interessante observar a variedade de ramos das marcas. As mais representativas são da área de mídia. Esportes também são fortes, mas apenas com as ligas americanas. Abaixo, a lista completa.

1. iPhone
2. Disney
3. CNN
4. MTV
5. NBA
6. iTunes
7. Wii
8. Apple
9. Xbox
10. Nike
11. Starbucks
12. NFL
13. PlayStation
14. Adidas
15. BlackBerry
16. Sony
17. Mercedes
18. Microsoft
19. Samsung
20. BMW
21. Nintendo
22. Best Buy
23. ESPN
24. Ford
25. Honda
26. Ferrari
27. Gucci
28. Nokia
29. Major League Baseball
30. Dell
31. Coca-Cola
32. CBS
33. ABC
34. iPod
35. Mac
36. Turner
37. Nissan
38. Toyota
39. eBay
40. Amazon
41. Victoria’s Secret
42. Nutella
43. NASCAR
44. Disneyland
45. Audi
46. NHL
47. Red Bull
48. Verizon
49. Intel
50. Subway
51. Hewlett-Packard
52. Puma
53. Kia
54. Fox News
55. Porsche
56. Jeep
57. Dodge
58. Pandora
59. Walmart
60. Zappos
61. Suzuki
62. McDonald’s
63. Krystal
64. T-Mobile
65. Skittles
66. KFC
67. Volkswagen
68. NBC
69. Sprint
70. Pixar
71. Motorola
72. IKEA
73. Pepsi
74. Cisco
75. REI
76. LG
77. AT&T
78. Converse
79. The Gap
80. Chevrolet
81. Louis Vuitton
82. Toys”R”Us
83. H&M
84. Philips
85. General Motors
86. Pringles
87. Visa
88. Prada
89. Panasonic
90. IBM
91. VH1
92. Hulu
93. Oracle
94. Burberry
95. SEGA
96. Sears
97. Avon
98. Jet Blue
99. Lacoste
100. Comcast

Fonte: Info – Abril

Como entrar em 2010 com o pé direito nas mídias sociais?

06/01/2010

Boa parte das empresas voltaram seus olhos para as redes sociais ao longo de 2009. Porém, de que forma foi e está sendo feito esse trabalho? Confira os passos básicos para utilizar as mídias sociais corretamente.

Não há dúvidas que boa parte das empresas que já investiam em comunicação, voltaram seus olhos para as redes sociais ao longo do último ano. Porém, de que forma foi e está sendo feito esse trabalho? Quais estratégias foram adotadas pelas companhias? Quais são os principais erros e acertos? É eficaz usar as mesmas técnicas da comunicação tradicional (emissor – mensagem – receptor) nesses veículos? Afinal, como fidelizar clientes através do Twitter? A máxima ‘falem bem ou falem mal, mas falem de mim’ também funciona nesses canais?

Segundo Diego Monteiro, consultor de mídias sociais da Direct Labs, essas e outras questões reafirmam a posição de que 2010 será o ano da maturidade das empresas em relação aos canais sociais. “O que vimos até agora representou um importante passo, ou seja, muitas empresas já estão investindo na interação através das redes. Por outro lado, acredito que no próximo ano haverá uma profissionalização e uma preocupação maior com a forma de abordagem do público e das necessidades específicas desse formato de comunicação”.

Para o especialista, muitas empresas ainda se arriscam na rede. “Algumas companhias, no impulso de aderir aos canais que todo mundo estava falando e elogiando, cometeram grandes erros. A rede social é diferente da web convencional e todo trabalho realizado lá precisa ser pensado e personalizado”, explica Monteiro.

A Direct Labs definiu as principais orientações para as empresas que querem começar 2010 com o pé direito nas redes sociais:

– Comece monitorando sua marca: O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

– Defina sua equipe: É muito importante definir quem da sua equipe atuará no trabalho com as mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado aos profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disponibilidade para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados (respostas rápidas são um grande diferencial para o usuário).

– Defina sua linha de comunicação: É preciso tomar cuidado na estratégia que você vai usar para interagir nas mídias sociais. Por isso, a melhor dica é seguir um padrão. Definir uma linguagem (formal ou informal) para ser usada sempre, o público alvo, a abordagem ideal (adotando uma comunicação mais pessoal ou institucional), a periodicidade de seus posts (no blog corporativo, no Twitter, no Slideshare ou qualquer outra mídia social) e um tempo máximo para responder às interações dos usuários. A linha de comunicação também define as ações que serão tomadas em casos de crises e a postura tomada diante de críticas. Em ambos os casos, transparência é essencial.

– Crie seus canais sociais (Twitter, Blog, Youtube, Flickr, etc.) Muitas empresas tomam esse passo muito antes do que deveriam. O conceito base aqui é “estar presente onde seus clientes estão”. Se os usuários gastam a maior parte de seu tempo visitando canais sociais, estar presente nesses locais é essencial. Um detalhe importante é que tais canais devem ser criados seguindo uma premissa: você realmente estará presente diariamente neles, atualizando e se relacionando. Canais sociais deixados de lado definitivamente não são bem vistos pelos usuários, assim como interações não respondidas.

– Relacione-se, interaja: O mais importante quando você  insere sua empresa/marca nas mídias sociais é  interagir com o usuário. Isso é essencial para que ele se sinta ouvido e para que entenda o quanto a opinião dele é importante para você. Todo o tipo de interação relevante do usuário deve ser respondida o mais rápido possível. Dê atenção especial para seus usuários mais ativos: os evangelizadores e destruidores de sua marca.

– Produza conteúdo: Nesse estágio, você já tem uma equipe,  uma linha de comunicação, canais socias e já se relaciona com alguns usuários. Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Muitas empresas já geram muito conteúdo, mas deixam restrito ao site institucional, newsletters ou campanhas específicas. Um trabalho de Spreading (replicar o conteúdo em seus canais sociais) é muito importante para, mais uma vez, estar onde o usuário está. Não dá para esperar que o usuário visite o seu site. Nessa etapa é muito importante seguir as definições da linha de comunicação adotada. Em alguns casos é necessário voltar e refazer esse trabalho.

–  Fique de olho no mercado e concorrentes: É possível também encontrar diversas oportunidades explorando seu mercado nas mídias sociais. Uma boa maneira de fazer isso é monitorar comentários sobre palavras-chaves relacionadas ao seu negócio. Trabalhar com esses dados e se relacionar com os usuários  pode render pesquisas valiosas e uma nova fonte de identificação de possíveis clientes. Também é sempre bom observar como está a imagem de seus concorrentes nas mídias. Acompanhar as ações deles se torna muito importante como benchmark e análise do mercado.

Fonte: Meta Análise

Como sua empresa deve interagir nas redes sociais?

06/01/2010

  O consumidor brasileiro é um forte simpatizante das redes sociais. Há uma série de pesquisas que afirmam ser o brasileiro o povo mais presente no Orkut, por exemplo, e onde redes como Twitter e Facebook fazem grande sucesso. Neste ambiente, devemos estar atentos para o que o consumidor mais acessa.

Segundo pesquisas recentes sobre o tema, a navegação em redes sociais é a terceira atividade que mais ocupa tempo dos usuários na América Latina, atrás apenas de visitação a portais e uso de comunicadores instantâneos. Diante desse cenário, podemos dizer, sem grandes exageros, que as redes sociais podem ter um efeito mais devastador em uma marca do que outro tipo de exposição, imprensa ou publicidade.

E o que esses usuários fazem nas redes? No Orkut, as áreas de maior uso são os álbuns de fotos e as páginas de recados. Ou seja, saber o que o outro faz e diz é fundamental e grande influenciador da tomada de decisões do usuário. É justamente aqui que o empresário que deseja ter sua marca bem exposta em uma rede social deve atuar. A interatividade é tamanha nesses ambientes, que as redes são capazes de gerar um efeito “manada”, ou seja, um comentário pode desencadear uma discussão com proporções jamais imaginadas.

Diante desse cenário, como uma marca deve comunicar-se com os usuários das redes sociais? É preciso criar um novo departamento na empresa? Há um profissional especifico? Antes de o gestor preocupar-se com tudo isso, ele deve conhecer bem o público com quem está lidando. O mais importante quando falamos de marcas nas redes sociais está relacionado à inserção dessa marca no ambiente virtual, com a finalidade de evitar os comentários negativos. Mas, como fazer isso?

A conduta ideal das companhias é ter um posicionamento claro e ativo dentro das redes sociais, que permita oferecer respostas rápidas ao consumidor. Podemos comparar a criação dos call centers há alguns anos, como resposta a uma necessidade do consumidor, com a criação de um meio de resposta para nova geração de consumidores cada vez mais “online”. Ou seja, um mecanismo claro e autêntico de resposta e de interação com o consumidor nas redes sociais se faz necessário em qualquer organização. Vale lembrar que não deve somente existir um departamento ou um gestor de redes sociais, mas toda a empresa deve estar capacitada para lidar com essas novas mídias, isso garante agilidade e transparência na comunicação.

No ambiente virtual, lidamos não apenas com consumidores, mas em muitos casos, com “missionários” ou advogados da marca. Muitas vezes, eles nem sequer consomem o produto, mas a simpatia ou antipatia a ele são capazes de desencadear uma avalanche de comentários positivos ou negativos.

Além de conseguir responder às questões do internauta, a empresa pode e deve utilizar-se das informações colhidas nas redes sociais para aprimorar seus produtos, serviços e até mesmo pontos de sua estratégia. Neste ambiente virtual, toda cadeia de valor pode ser afetada. Tanto as empresas de capital aberto, que têm grande volatilidade no mercado, quanto aquelas que ainda não estão na bolsa de valores, e dependem do canal de vendas, estão sujeitas aos sabores e dissabores das redes sociais.

Em um ambiente incerto e sem fronteiras como este, as empresas devem preocupar-se em fidelizar e ampliar sua rede de bons usuários. Este é o caminho para evitar o desgaste de uma marca e lutar contra a manada de comentários indesejáveis.

Fonte: AdNews

Redes sociais: você ouviu falar em s-business?

05/01/2010
Transformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business
 

Se alguém disser que as redes sociais vieram pra ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais vieram para abalar.

“O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje”, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora turbinado com as redes sociais.

Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo. Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra queimar mais calorias etc.

A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a calçarem o tênis e a correr. “Isto é apenas o começo de um s-commerce. Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus consumidores”, argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de artistas, shows, entre outros.

A etapa futura do s-commerce depende de as empresas entenderem o que os consumidores gostariam de comprar. Elas precisam saber lidar com o manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business. “Já temos condições de evoluir no CRM social”, defende o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.

A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim. “Já conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é levar esta interação para outros processos de negócio”, propõe Cipriani.

No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo final pode ser apoiado por uma rede social. “Quem trabalha com dados transacionais passará a lidar com dados conversasionais”, explica o consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.

Inovação social

Porém, o suprassumo do s-business – a inovação aberta – ainda é pouco conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o negócio. “As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a colaborar”, comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.

Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald”s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. “São grandes empresas, mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo”, acrescenta Arruda.

Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o “s” está realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que, quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa netse exato momento. Sua empresa está preparada?

Fonte: IT Web 

Seleção de trainees usa redes sociais

16/12/2009

Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.    

Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

Fonte: Estadão

Redes sociais, o desafio das empresas

16/12/2009

As empresas acreditam que para marcar presença nas redes sociais, tão em moda na tentativa de abrir frentes de contato com o consumidor, basta fazer em sua página uma bem-acabada propaganda institucional. Para Marcelo Perrone, diretor de estratégias digitais da agência Draft+GiovanniFCB, não é bem assim que funciona.

As empresas precisam apostar em ações que envolvam os frequentadores desse universo. E isso requer mais recursos do que muitos deles estão habituados a aplicar em propaganda online.

“Há um consenso de que ações de mídia na internet são de baixo custo. Fica difícil convencer um cliente que a produção de um jogo interativo poderá custar tanto quanto um comercial de 30 segundos em rede aberta de televisão”, conta Perrone. A ação do hotsite criado pela Microsoft para o lançamento de seu game Prototype, por exemplo, desenvolvida em cima dos usuários do Facebook, não saiu barato, mas atingiu bons resultados. O game liderou as vendas nos EUA, no mês de lançamento.

“A Microsoft desenvolveu um vídeo promocional que utiliza fotos e dados do perfil do internauta no Facebook para criar uma experiência não só bastante imersível e única, porque é personalizada”, conta ele. Outro exemplo de iniciativa bem-sucedida na utilização de rede social é a do salgadinho Doritos, com um jogo que só pode ser acessado por 12 horas, entre 6 da tarde e 6 da manhã.

Ao entrar na partida, o usuário autoriza o site da empresa a acessar seu perfil no Facebook. A partir daí, o site vai interagir avisando todos os seus amigos que você está numa enrascada e precisa de ajuda. Ao fim da jornada, o site sorteia dois deles para que o jogador decida qual quer salvar. O amigo escolhido é avisado e isso promove todo tipo de reação e indignação.

Perrone, que dedica tempo integral a estudar soluções no ambiente da internet, não conhece iniciativa desse porte no Brasil. Um dos problemas ainda é a infraestrutura da rede de banda larga do País, que limita o uso de recursos mais ousados. Mas, como Perrone lembra, o futuro passa por esses canais de comunicação.

Redes ativas

As redes sociais mais ativas, como YouTube, Orkut, Facebook e Twitter, são hoje em dia também uma porta de entrada para a navegação, o que merece atenção redobrada do anunciante. Esse fenômeno é denominado de “desportalização”.

“Há 10 anos, todo mundo tinha um portal como página inicial no seu navegador. E era por aí que começava a navegação. O portal era o índice da internet. O volume de conteúdo disponível foi ficando tão grande e tão diversificado que entraram em cena as ferramentas de busca.

Em oito anos, o Google virou a página mais visitada do mundo. Vieram as redes sociais. E, agora a audiência dos portais diminuiu e sua função mudou. Se antigamente era lá que tudo começava, para muita gente a navegação começa pelas redes sociais. E vão para um portal após recomendação de um amigo.”

Fonte: Último Segundo

Raio -X da rede social

07/12/2009

Desde o avanço geométrico dos participantes do Orkut no Brasil, a visibilidade das marcas e como as corporações se relacionam com o consumidor é um processo em constante e acelerada mutação. A empresa que ainda se recusa a monitorar o que é dito sobre ela e seus produtos nas redes sociais pode ser considerada a meio caminho do fracasso dentro de um segmento de consumidores que não cessa de crescer: o dos internautas em geral.

“Uma companhia bem-sucedida precisa se inserir nas conversas das redes sociais, identificando a proposta de valor que isto pode trazer. O dinamismo das redes pode servir tanto de forma positiva como negativa, e é necessário ser um participante ativo dessa conversa”, garante Jair Tavares, diretor da Polvora!. A empresa, pertencente ao Grupo RMA, é especializada em mídias sociais e oferece tanto serviços como ferramental de monitoramento de redes sociais.

Em paralelo, existem empresas que querem entender o que representam as redes sociais, outras começam a investir e temos até quem se envolve com projetos específicos com uma boa estrada. “Trabalhamos com dois pólos distintos de projetos: o segmento corporativo e também o de agências de marketing e propaganda que atendem aos seus clientes. A demanda e a aproximação diferem. Com as agências o trabalho é em cima de campanhas ou produtos, algo mais pontual e específico”, admite Tavares.

Um questionamento sempre presente – o que move as empresas a investirem em redes sociais – pode receber respostas múltiplas. “O mais comum é ampliar o contato com o seu público, expandir a fronteira, e mensurar se o contato gera venda ou reforça a marca, ou algo misto. Para ficar mais próximo do seu público mesmo”, admite Jeff Paiva, gerente de social media da Agência Click.

Primeiros passos

Mas, na prática, como funciona um projeto de monitoramento de redes sociais? A Unimed do Brasil iniciou o monitoramento nas redes sociais de sua marca a partir do desenvolvimento de uma campanha digital. “Foi quando pensamos, como vamos fazer uma ação nesse ou naquele site sem antes saber o que estão falando sobre a nossa marca neste meio? Corríamos o risco de desenvolver campanhas inovadoras na web sem saber se encontraríamos reclamações, o que poderia ser um ‘tiro no pé’, pondera Fernanda Tremarin, gerente de marketing da Unimed do Brasil.

Esse foi o start da Unimed para buscar informações sobre as empresas que ofereciam monitoramento. “Decidimos, principalmente pela abrangência de nossa marca e pelo conseqüente volume de informação que isso nos trazia, que não poderíamos ficar sem o serviço. Entendemos que incorporar o universo digital em nossa estratégia corporativa era inevitável”, garante Fernanda.

A executiva desconhece outros investimentos no setor de saúde, mas aponta que existe uma grande troca de informações entre os participantes das redes sociais sobre sintomas de doenças, tratamentos e mesmo condições de marcação de consulta. “Estamos acompanhando uma movimentação de redes exclusivas para os médicos, porém é tudo bem recente. Antes do monitoramento, a Unimed não tinha nenhum trabalho efetivo que não fosse a curiosidade dos próprios profissionais de comunicação e marketing em dar uma “olhada” informal. No entanto, as cooperativas já tinham iniciado, cada uma de forma independente, um trabalho de participação em redes como o Twitter”, relembra.

A partir da pesquisa de mercado, a Unimed chegou até a Agência Ideal, escolhida ao prover não apenas a entrega dos dados monitorados, como a montagem de relatórios completos, com interpretação e análise. Na prática, o trabalho começou no início deste ano e gerou um planejamento anual do que seria monitorado. “O primeiro objetivo foi uma fotografia geral de nossa marca nas mídias sociais. Estávamos muito curiosos e um pouco receosos com o que viria. Porém, apesar dos números gigantescos de comunidades e citações sobre a marca em toda a rede, compreensível devido à enorme capilaridade da Unimed em todo o Brasil, os resultados foram bem positivos”, admite Fernanda.

Joio e trigo

Mas como separar o que é relevante ou não mesmo depois da análise prescrita nos relatórios? Afinal, até mesmo comentários que aparentemente não fazem sentido podem ganhar vulto em uma rede social. “Um exemplo foi o a gripe suína, em que colocaram um boato na rede que simulava uma conversa entre médicos da Unimed, na qual eles supostamente se mostravam preocupados com a situação e confessavam falsas mortes de diversas pessoas. Conseguimos monitorar a informação desde o início e pudemos dar um rápido retorno para tentar amenizar esta pequena “crise” na web”, revela Fernanda.

O monitoramento gerou, na prática, um repasse de dados para as Unimeds de todo o país, para que elas conhecessem as redes sociais e o comportamento dos consumidores, assim como um manual de atuação para os colaboradores do sistema e um treinamento para a criação e gestão de perfis corporativos na rede, que está em fase de estruturação. “O bacana é que todo esse conteúdo será desenvolvido a partir do material que monitoramos desde o início do ano e fará toda a diferença na nossa forma de atuação nas redes sociais”, explica a executiva.

Além do monitoramento em si, a área de comunicação da Unimed do Brasil promoveu, em agosto deste ano, o Encontro de Assessores de Comunicação do Sistema Unimed, e adotou o tema “A Comunicação na Era Digital”. O evento trouxe diversos especialistas do setor para apontar tendências e desafios para os colaboradores de comunicação de diversas Unimeds.

Entre os benefícios do projeto está a rapidez na reação, a antecipação de tendências, a captação de insights, a rápida detecção de focos de crise e o monitoramento de todos os públicos de interesse. Além disso, foi possível ter uma idéia da relevância que as mídias têm na vida das pessoas, como elas se comportam em relação às marcas e como se relacionam com as empresas no meio digital. “É mais uma ferramenta que nos alimenta de informações e que nos ajuda na definição de estratégias para nosso negócio”, completa.

A teia contínua

Além da ferramenta da Ideal, existem muitas outras presentes no nosso mercado. A Pólvora!, por exemplo, desenvolveu o Content Stream, que roda sobre uma base PHP+MySQL. Nele, um robô rastreia periodicamente as principais páginas de mídias sociais atrás de ocorrências de palavras-chave definidas conjuntamente com o cliente. As ocorrências são armazenadas em um banco de dados e a ferramenta permite que o analista visualize em uma única página os diversos canais nos quais as palavras pesquisadas aparecem, facilitando assim o trabalho de filtragem.

“Projetamos uma nova versão para ele em 2010, e a idéia é colocar uma camada de inteligência no momento da coleta. Não vendemos o Content, ele faz parte do escopo do nosso serviço que é o de apontar resultados”, revela Tavares. A oportunidade de criar a ferramenta surgiu a partir de clientes que faziam esse monitoramento de forma braçal.

O executivo admite que existem ferramentas mais robustas e dedicadas com diferentes focos e cita o trabalho da E.life (veja mais no Box: Ferramental para todos os usos). “Todas, no entanto, precisam de um forte componente de inteligência humana, assim como a coleta de dados deve partir de determinadas recomendações”, garante o executivo da Pólvora!.

No geral, o mercado avalia que mais e mais projetos serão demandados, e novas ferramentas vão surgir e/ou se consolidar. Se fala até mesmo em uma segunda onda de inteligência competitiva gerada pelas redes sociais. Porém, nada será possível sem o equilíbrio entre o ferramental disponibilizado e adaptado de acordo com o que é definido como tático e prioritário com um forte componente de inteligência humana agregada.

FERRAMENTAL PARA TODOS OS USOS

A E.life traz uma série de ferramentas com escopos que vão desde a análise da marca até SAC e expectativas dos consumidores. Com a Brand Auditing é possível, por exemplo, fazer uma fotografia da marca. Conheçer as principais discussões em volta do nome da sua empresa, serviços e produtos, assim como onde elas ocorrem e qual o perfil das pessoas que registram seus depoimentos na Internet. O SAC 2.0 envolve o relacionamento com a blogosfera e redes sociais de maneira ativa. Esclareça dúvidas, apresente sugestões e esteja ainda mais próximo dos seus consumidores.

Outra atividade/ferramenta é a de Estudos de Mercado, com análises de inteligência sob demanda, a partir de um experiente analista de mercado. Ou ainda a Media Tracking, que mede o retorno e eficácia de campanhas, e o E.life Monitor, que apresenta audiência e tendências da web 2.0: quem é mais falado e quais os principais serviços onde circulam essas discussões. E, entre outras ferramentas, é possível também destacar a Social Insights, com dados interessantes sobre marca, produtos e serviços. O que os seus consumidores esperam dos seus produtos? O que falta para sua empresa, e para os concorrentes?

eBand é primeiro portal brasileiro a trazer comentários com Facebook

02/12/2009

Inaugurando sua estratégia de ação em redes sociais, o eBand liberou comentários em todos os seus conteúdos para usuários do Facebook. Desde segunda-feira, 30 de novembro, o portal incorporou a nova ferramenta Facebook Connect. Através dela é possível não apenas debater nas páginas do portal sobre o conteúdo dos artigos, mas também levar o debate para a página de cada usuário dessa rede social.

O recurso, incorporado pela equipe de tecnologia do eBand, é inédito entre os grandes portais de informações no Brasil. Ele permite um melhor controle sobre quem posta os comentários. Além de dar nome (e rosto, se o perfil tiver fotos) ao internauta, desobriga o preenchimento de um cadastro exclusivo no site.

Para o Diretor de Negócios Online do Grupo Bandeirantes, Ricardo Anderáos, essa abordagem é a mais compatível com o atual estágio de desenvolvimento da internet. “Há alguns anos as empresas ainda sonhavam em criar suas próprias redes sociais. Essa janela de oportunidade já fechou. Hoje, para crescer, um portal precisa ir onde as pessoas estão. A integração com o Facebook e o Twitter é inevitável”, diz Anderáos.

O funcionamento da novidade é extremamente simples para quem possui conta no site de relacionamentos. Ao navegar pelas notícias do eBand basta clicar na caixa do Facebook, que fica abaixo de cada artigo, e autorizar a comunicação entre o portal e a rede social. A ferramenta de compartilhamento de notícias do eBand com sites como Twitter, Windows Live e Google Bookmarks, continua disponível para quem utiliza outra rede social.

O Facebook é uma rede social fundada por Mark Zuckerberg em fevereiro de 2004. Inicialmente dedicado somente a estudantes da Universidade de Harvard, o portal foi aberto para demais usuários no mundo em 2006 (momento considerado como um dos dez mais importantes da década na internet).

Segundo últimos dados divulgados por Zuckerberg no blog oficial do site em setembro, o Facebook já conta com mais de 350 milhões de usuários no mundo (65 milhões acessando por meio de aparelhos celulares), com 1,3 milhão de cadastrados no Brasil. Grande parte do sucesso se deve aos mais de 350 mil aplicativos e jogos que aproveitam a interação da plataforma, além da tradução disponível para mais de 70 idiomas.

Fonte: eBand

‘Podium Grand Prix’: Petrobras lança game nas redes sociais

02/12/2009

A maior companhia do país Petrobras lançou hoje um game chamado “Podium Grand Prix” nos sites sociais. Numa primeira fase o jogo está disponível no Orkut e no Facebook.

“Podium Grand Prix” graficamente lembra o jogo Enduro, que fez sucesso nos anos 80, sendo que a diferença é que o internauta pode usar a gasolina Podium. Quando o piloto abastece o carro, ganha potência e os gráficos do jogo melhoram (seguindo a evolução dos consoles de videogame). Além de oferecer a opção de jogar sozinho ou ou convidar outros internautas pelas redes sociais, o jogo possibilita a disputa de torneios. O resultado dessa competição virtual reunirá as maiores pontuações em um ranking geral dos melhores competidores.

A Petrobras está em quarto lugar no ranking das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo, é a terceira maior empresa do continente americano em valor de mercado e ocupa o quinto lugar entre as maiores empresas do mundo em valor de mercado.

Fonte: IBTimes