Archive for the ‘Outros’ Category

Facebook cresce 804% no Brasil mas Orkut continua líder

29/04/2010

O Serasa Experian Hitwise divulgou uma pesquisa sobre o aumento dos números de acesso dos internautas a sites de rede social, como o Facebook, o Twitter e o Orkut. Embora as duas primeiras tenham alta significativa (Facebook com 804% e Twitter com 768%), o site Orkut continua com uma média de 62,14% dos acessos, num parâmetro feito entre cem mil pessoas entrevistadas a respeito.

Seguido do Orkut, vem o YouTube, com média de apenas 17,23% dos acessos. Com distância, apesar do aumento de visitas, seguem o Facebook com 2,35% e por último o Twitter, com 1,91%. A média de tempo que os internautas gastam em sites de tipo rede social é de, aproximadamente, vinte e dois minutos.

“O levantamento aponta que o Twitter manteve-se à frente do Facebook durante maior parte de 2009, mas o Facebook ultrapassou o Twitter na segunda semana de dezembro e segue à frente”, aponta a pesquisa.

O Orkut, se comparado a todos os sites da web aqui no Brasil, somente perde posto para o Google, um site de busca, o qual é o servidor do Orkut. Em seguida estão os portais, serviço de e-mail e games.

Fonte: IPNews

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Redes sociais podem ser aliadas do jornalismo online

30/10/2009

O último painel, do 3º Media On, que se encerrou nesta quinta-feira, 29, debateu “O que um jornalista precisa para se integrar as novas mídias”, com o objetivo de entender como as redes sociais impactam o dia-a-dia do o profissional de imprensa e jornalismo. Para discutir o tema foram convidados os jornalistas Tiago Dória, editor de blog sobre cultura, web, tecnologia e mídia hospedado no IG, e também José Roberto de Toledo, da Associação Brasileira de Jornalismo de Investigativo. Além disso, o painel teve como mediador o jornalista Carlos Drummond, que é coordenador do curso de Jornalismo da Facamp, em Campinas.

Dória destacou que o grande diferencial da internet não é a sua velocidade e sim a sua “perenidade”, que o jornalista faz referência às páginas velhas e amareladas dos jornais impressos. Para ele, o mais importante é que todas as notícias publicadas na rede continuam armazenadas e servem como base para novas pesquisas, podendo serem acessadas a qualquer momento em qualquer parte do mundo. “A notícia de ontem passa a ter validade em uma estratégia de comunicação”. Além disso, Dória ressalta que o advento da tecnologia trouxe a possibilidade do conteúdo ser produzido até mesmo com um celular, seja por texto, ou imagens.

Para ele, os mais jovens não precisam se integrar as novas mídias, “eles já nascem integrados”. E o mais importante não é se apegar nas ferramentas para a produção do conteúdo e sim nos conceitos, no que é importante informar ao leitor e qual a melhor maneira de ser compreendido.

Em sua apresentação, José Roberto de Toledo, citou que em meio a tanta velocidade, é importante checar as informações antes de publicá-las. O jornalista deu dicas de como usufruir da melhor maneira das redes como twitter e facebook. Ele acredita que as duas ferramentas são como um termômetro da sociedade brasileira, e considera importante que um jornalista esteja nessas mídias. “O profissional nem precisa se identificar, ou nem mesmo twittar, mas muitas pessoas que são fontes de notícias usam essas ferramentas para divulgar informações que antes não divulgariam”. Porém, ele ressaltou outro cuidado que os jornalistas precisam ter ao usar twitter e afins, o de se tornarem concorrentes das empresas de comunicação em que trabalham. “Se o profissional publica o conteúdo antes do jornal em que atua, então, será um concorrente”. Toledo acredita que mais importante do que ter milhões de seguidores, é ter clientes (seguidores) importantes, que retransmitam e dêem peso à informação postada na rede.

O Media On é realizado por meio de uma parceria entre o Portal Terra e o Itaú Cultural com o apoio da BBC Brasil e da CNN. O objetivo é debater os rumos das atividades e a tendência da informação no mundo digital.

Fonte: M&Monline

Onde os “caras” trabalham!

15/10/2009

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Vocês nunca imaginaram onde os “caras” trabalham? O dono do google, ou o criador do twitter. Sempre me bateu a curiosidade em saber como é o ambiente de trabalho dessas grandes figuras.

Essa foto aqui do lado é do escritório do criador do Facebook, Mark Zuckerberg.

Vejam mais fotos aqui

Quase um terço dos SMSs mandados pelos motoristas são para redes sociais

08/10/2009

Cerca de um terço das pessoas que enviam mensagens de texto enquanto dirigem estão atualizando as redes sociais, como o Facebook e o Twitter, pelo celular.
Segundo relatório divulgado no final de setembro pela empresa Retrevo, 34% das mensagens são redirecionadas às redes sociais, dos quais 7% são freqüentes e o restante faz isso às vezes.

A pesquisa constatou que 16% dos motoristas com menos de 25 anos são muito ativos no Facebook e Twitter. Já os idosos, em sua maioria (94%), nunca atualizaram as redes sociais pelos smartphones.

Por fim, o estudo, feito com 771 pessoas de diferentes sexos, idades e locais nos Estados Unidos, concluiu, ainda, que smartphones como iPhone e BlackBerry são os mais utilizados para atualizar os sites de relacionamento.

Seis lições para preparar sua empresa para redes sociais

02/10/2009

Um estudo de uma pequena empresa americana de pesquisas, a Russell Herder, mostra grandes resultados sobre o comportamento corporativo na web 2.0. De acordo com o levantamento, 51% dos empresários têm medo das redes sociais. O temor deles é que a reputação das companhias seja ameaçada ao terem um contato inédito e aberto com a multidão conectada. Outros 49% temem que a produtividade de seus funcionários seja perdida.

Em meio a tanto entusiasmo com redes sociais, a metade descrente pode ser até confundida com pessimistas de plantão. Não é verdade. Em recente entrevista à revista HSM Management, o maior de todos os gurus de gestão, Philip Kotler, explica o papel destas novas relações. “Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal.” Para ele, está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre a companhia.

Há lições a aprender sobre isso. As redes sociais não chegam a ser a mais completa novidade. Elas estão aí há pelo menos dois anos, no caso das mais novas como o Twitter. Outras são ainda mais antigas. O boom do Orkut no Brasil ocorreu entre 2003 e 2004. Por isso, se uma empresa acha que vai encontrar usuários despreparados, pode rever seus planos. Novatas nessa história são as empresas.

Mas sempre há como aprender. Cases de falta de traquejo com redes sociais são, muitas vezes, melhores para assimilar conhecimento sobre essas mídias do que aquela “rasgação de seda” dos sucessos consagrados. Acompanhe cinco deles.

1 – Falou, está falado
Em agosto, Senador Aloizio Mercadante (PT-SP) anunciou no perfil que mantém no Twitter que deixaria a liderança do partido se as acusações contra o presidente do Senado José Sarney fossem arquivadas. Era uma decisão em “caráter irrevogável”, publicou. No dia seguinte, ele recuou. O intervalo entre a atitude enfática e o refugo seriam perdidos em um telejornal ou um noticiário impresso. Mas, na rede, as parabenizações se transformaram em críticas. Em poucas horas, o tal “caráter irrevogável” virou piada. Durante um dia todo, foi o segundo assunto mais comentado nesse site q tem 50 milhões de usuários no mundo e cerca de 200 mil no Brasil.

2 – Não é TV
A apresentadora Xuxa Meneghel foi outra que descobriu da pior forma o que é boca a boca no Twitter. Também em agosto a celebridade da TV criou um perfil para divulgar seu trabalho diário. Mas erros de português dela e de sua filha Sasha foram duramente criticados pelos usuários. Xuxa reagiu com um palavrão e disse que a filha tinha sido educada em inglês, por isso a gramática falha. Foi a deixa para uma enxurrada de mensagens ofensivas que a fizeram abandonar o site.

3 – É a comunidade que te vigia
Em 2006, o supermercado Wal-Mart foi flagrado alterando o próprio verbete na Wikipedia. Qualquer um pode modificar os textos na enciclopédia online, mas existem regras e controle para isso. Os usuários do site alertaram para a quebra da isenção nos textos e o assunto foi parar nos jornais, virando o primeiro caso famoso de falta de ética em redes sociais.

4 – O meio é independente
Novamente o Wal-Mart. Ainda em 2006, um site chamado Walmarting Across America contava a história de dois fãs do varejista que viajavam pelos EUA e paravam nas lojas da rede onde conversavam com funcionários e clientes para mostrar como o Wall Mart era maravilhoso. Mas era tudo mentira: os dois eram contratados. A descoberta teve mais repercussão do que a propaganda. Outra que entrou nessa foi a Warner Music. Ao tentar divulgar uma banda com blogueiros, a empresa esqueceu-se de perguntar se eles gostavam da música. Resultado: você conhece a banda The Secret Machines? No Brasil, a Nike teve problema semelhante ao tentar promover o jogador Ronaldo em blogs.

5 – Educar é preciso
Em março, um funcionário do time de futebol americano Philadelphia Eagles foi demitido porque criticou a venda de um jogador ao rival. No Facebook, ele chamou os dirigentes de idiotas. Na Suíça, uma funcionária foi mandada embora após abandonar o emprego se queixando de dores de cabeça e ser flagrada em casa usando o iPhone em redes sociais. Outro funcionário da Fedex foi despedido porque falou mal da cidade onde a empresa está sediada no Twitter. Funcionários que sabem lidar com tecnologia nova deveriam ser demitidos ou educados para gerar valor em algo que nem a empresa sabe usar? Pense sobre isto.

6 – Assimile e aprenda com o ódio
A ótima história é contata no blog A Quinta Onda, do líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, Mauro Segura. A diretoria de uma empresa descobriu uma comunidade no Orkut chamada “Eu odeio o banheiro da XYZ” (os nomes são omitidos). A primeira reação foi achar o autor do despautério para demiti-lo. Até a área de TI foi envolvida para rastrear o safado que ousou criticar um banheiro da empresa. Após os ânimos se acalmarem, a diretoria resolveu verificar. O local era usado por 150 funcionários de um andar e era realmente uma imundice. A demissão foi trocada por uma reforma total. No final das obras, a comunidade sumiu.

Faltou mostrar um dado sobre o estudo da Russell Herder. Mais da metade dos pesquisados (51%) dizem que tem medo de usar redes sociais por puro desconhecimento. Provavelmente, eles nunca pesquisaram sobre esses péssimos cases na tnternet.

Fonte:. IT Web

Artifícios, artimanhas e dicas de como se dar bem nas redes sociais

01/10/2009
Se a sua popularidade não o acompanha do mundo real para o virtual, talvez você precise de uma “forcinha” para que, pelo menos nas redes sociais, o seu perfil bombe. Alguns sites podem auxiliar a melhorar e monitorar sua imagem na rede:

MeAdiciona.com: centralize a sua vida digital em uma única página. Além de listar os seus perfis das redes sociais, o site permite que você divulgue sua página pessoal a contatos de comunicadores instantâneos.

Twitter Grader: acompanhe a sua classificação em relação aos outros usuários do Twitter. O site faz a listagem usando critérios como número de seguidores, influência da sua rede de contatos e freqüência de postagens.

Twitter Counter: desenvolva estatística periódicas de quantos seguidores você vem ganhando, bem como o quanto a sua página é atualizada. A ferramenta também permite comparações numéricas entre usuários diferentes.

Card.ly: crie um cartão de visita virtual com os seus dados em redes sociais. Além de fornecer os seus contatos pessoais e profissionais, o card.ly também suporta suas contas em WordPress, Blogger, Flickr, Last.fm, Twitter e muitas outras ferramentas da web.

Lifestreaming: permita que a sua rede de amigos siga todos os seus passos na internet. Assim como agregadores de RSS, algumas ferramentas geram atualizações de todas as suas ações na web. Vale a pena experimentar algumas delas como o Tumblr, o SocialThing, o FriendFeed e o Retaggr.

Na malandragem…

Se você não é uma celebridade nem no mundo real, nem no virtual, pode fazer uso de algumas artimanhas para que o seu Twitter “bombe” do dia para a noite. Diz a política de boa vizinhança que quando alguém passa a seguir as suas “tuitadas”, é de bom tom que você a siga de volta.

Partindo de tal princípio, existe na internet uma dezena de tutoriais que ensinam a usar um script que adiciona instantaneamente centenas de usuários. Ou seja, com uma simples sequência de programação, é possível tornar-se popular no Twitter. É importante lembrar que tais medidas não são recomendadas pelos administradores do site, sendo cabível a suspensão ou até exclusão de sua conta no serviço de microblogs.

Além de contrariar as regras do serviço, a prática não é vista com bons olhos pela maioria dos usuários. Indicativos apontam que 52,5% dos usuários não aprovam o script e não seguem de volta seus adeptos.

Pioneira, a blogueira Rosana Hermann ficou marcada por ter usado o artifício. De acordo com Rosana, a experiência foi feita por mera curiosidade, para ver como funcionava. “Eu testei porque vi que tinha gente usando todo dia e fiquei intrigada com aquilo. Na época eu fiz a piada de que tinha ‘turbinado meu perfil com silicone’ mas removi os implantes em seguida”.

Partindo da mesma analogia, o também blogueiro Marcelo Tas discorda: “É como a mulher botar silicone nos seios. Dá um efeitozinho no início, mas depois, por ser um crescimento artificial, a coisa degringola”.