Archive for the ‘É bom Saber’ Category

Em um ano, acesso a web cresceu 10%

14/01/2010

O Ibope Mídia divulgou nesta terça-feira, 12, alguns resultados de sua pesquisa Internet Pop, que chega à 21ª edição. Com mais de 17 mil entrevistas feitas em 11 mercados, o levantamento revela que o acesso à internet cresceu 10% entre 2008 e 2009. Ou seja, o índice de brasileiros conectados saiu de 49% para 54%, respectivamente. Segundo o estudo, esse movimento representa mais de 25 milhões de pessoas que costumam conectar-se à rede no País, ainda que de vez em quando.

Outro destaque do estudo é a maneira como os brasileiros se conectam quando não o fazem pelo computador. De acordo com o trabalho do Ibope Mídia, 66% navegam pela internet pelo celular, 21% recorrem a smartphones com tecnologia 3G, 9% usam aparelhos de mão, como palm tops, e 3% acionam a web por meio de smartphones sem tecnologia 3G. Além disso, dentro do grupo que se conecta por esses equipamentos, 25% acessam a internet diariamente.

A pesquisa Internet Pop colheu dados nas seguintes praças: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Florianópolis, Distrito Federal e Campinas (SP).

Fonte: m&m online

29/12/2009

O Tarcízio Silva, autor do www.tarciziosilva.com.br, traz interessantes sugestões de leituras para 2010. No post ’12 livros para o profissional de mídias sociais ler em 2010′, Silva nos apresenta os livros que não podem faltar na cabebeceira daqueles que buscam nas redes e/ou mídias  sociais o seu tema de pesquisa, trabalho, diversão, hobby ou simples curiosidade.

Republicamos aqui a lista dos “12 mais” e  alguns deles ainda podem ser baixados.

Aproveitem e boa leitura!

planeta web 2.0

Planeta WEB 2.0. Lançado em 2007 por Cristobal Cobo Romaní e Hugo Pardo Kuklinski, o livro discute o conceito de web 2.0.

Trata de sites de redes sociais, inteligência coletiva, ensino e aprendizagem colaborativa etc. Um dos capítulos se propões a ser um mapa de aplicações 2.0 e trata de definir e trazer exemplos dos 4 pilares da web 2.0: sites de redes sociais; conteúdo gerado pelo usuário; organização social e inteligente da informação; aplicações, serviços e mashups. O livro pode ser baixado em www.planetaweb2.net

redes sociais na internet - raquel recueroRedes Sociais na Internet (Raquel Recuero) – O livro foi lançado em 2009 pela pesquisadora Raquel Recuero, referência na área. Publicado com o apoio da Cubo.CC, está disponível para download gratuito em www.redessociais.net.

Na primeira metade do livro, Recuero investiga e define elementos, topologias e dinâmicas das redes sociais. Na segunda parte, os sites de redes sociais são tomados para a investigação dos tipos de sites de redes sociais, como se dá a difusão de informações nestes sites e a criação de comunidades. A autora fecha o livro com considerações sobre os principais sites de redes sociais, como Orkut, Fotolog, Flickr, Facebook etc.

Cultura de Rede

Olhares da Rede, organizado por Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki. É produzido pelo Grupo de Pesquisa: Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede, da Faculdade Casper Líbero.

Com apresentação escrita por Sérgio Amadeu, um dos coordenadores do grupo, o livro discute a  obra, investigações e conceitos de Yochai Benkler, Manuel Castells, Henry Jenkins, Lawrence Lessig e Douglas Rushkof, que estão entre os pensadores mais importantes da  pesquisa contemporânea sobre cibercultura e redes digitais. Pode ser baixado em www.culturaderede.com.br

A_VIDA_DIGITAL_negroponte

A Vida Digital, de Nicholas Negroponte. O livro foi lançado em 1995. Mal existia o Windows 95 ainda e o Netscape era rei. O professor de Tecnologia da Mídia do MIT discute os meios de transmissão das informações e dados (no capítulo Bits são Bits), os desenvolvimentos na interface homem-computador (no capítulo Interface) e a própria vida digital, no capítulo de mesmo nome.

Obviamente, existem algumas anacronicidades. Alguns dos caminhos apontados nunca foram seguidos, outros já foram bem acertados, em uma época na qual 14 anos significa um século. A leitura é um ótimo exercício para visualizar como os desenvolvimentos da cultura digital podem ser modificados.

A_SOCIEDADE_EM_REDE_castells

Sociedade em Rede. Publicado pela primeira vez em 1996, o livro faz parte da trilogia “A Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura” do sociólogo espanhol Manuel Castells. É indispensável para quem deseja entender como a globalização e as tecnologias de informação e comunicação, ao colocar o mundo em rede, transformaram a economia, a sociedade, os negócios e a cultura.

É um dos livros que ganhariam o título de “tomo” nessa seleção, mas não deixem de ler.

cultura da convergencia - henry jenkins

Cultura da Convergência é um livro publicado já em um momento em que banda larga, dispositivos móveis e mídias sociais são realidade. Henry Jenkins analisa a cultura da convergência partindo de alguns produtos culturais. Por exemplo, analisa as narrativas crossmedia a partir do caso de Matrix Reloaded e Matrix Revolutions. Analisa a cultura da colaboração, paratextos e comunidades de interesse a partir de spoilers da série americana Survivo.

ando com a lista de 12 livros para o profissional de mídias sociais ler em 2010, três livros bem diferentes entre si.

persuasive technology - b j fogg

Persuasive Technology. O livro de BJ Fogg é fruto de um ramo de pesquisa criado em seu laboratório. Captology vem de “computer as persuasive technologies”, ou  “computadores como tecnologias persuasivas”. O grupo de Stanford investiga como os computadores (e aqui podemos incluir suas diversas facetas: programas, sites, simuladores etc) podem ser mecanismos persuasivos a partir de sua tríade funcional: computador como mídia; computador como ferramenta; computador como ator social. O autor BJ Fogg publicou recentemente mais alguns artigos que podem ser baixados gratuitamente em seu site. Para ler mais sobre captologia e sobre estes artigos, veja outro post: http://tarciziosilva.com.br/blog/captologia-computadores-persuasao-comportamento-e-publicidade-digital/

representacao do eu na vida cotidiana - erving goffman

A Representação do Eu na Vida Cotidiana. A pesquisa de Erving Goffman parte do entendimento que os indivíduos, em sociedade, representam papéis para platéias – as pessoas com as quais convivemos. Utilizando essas metáforas, a teoria dramatúrgica é essencial para entender como as pessoas querem se representar, comunicar e interagir também na internet. Além do livro de Goffman, recomendo, sobre o assunto, parte da pesquisa de Judith Donath (como este artigo) no Sociable Media Group.

a cauda longa - chris anderson

A Cauda Longa. Com certeza o mais conhecido entre os três deste post, o livro de Chris Anderson vendeu bastante. Curiosamente ou não, Anderson é o editor-chefe da Wired, revista na qual Nicholas Negroponte também contribui.

O livro fala de cauda longa, um conceito em estatística que mostra um gráfico no qual o  volume é decrescente (por isso cauda longa). A economia de bens físicos ou simbólicos, no mundo contemporâneo, é caracterizada pela cauda longa, aonde produtos são cada vez mais segmentados e especializados. Na internet, então, nem se fala, não é? Então é uma ótima leitura recheada de exemplos e estudos de caso.

om exemplos de impressos. E o último de um autor brasileiro, mais atual, mas que escreveu o livro em uma época na qual a internet era inexpressiva.

a ciencia da propaganda - claude hopkins

A Ciência da Propaganda. Como já escrevi em outro post, o livro de Claude Hopkins não é científico nem acadêmico. Mas o uso da palavra “ciência” em 1923 foi uma tentativa de mostrar que era um trabalho sistemático de reunião de “leis da propaganda”.

Obviamente, muitas das coisas não se aplicam mais hoje em dia. Entretanto, são relatos, considerações e recomendações de um dos maiores publicitários da história, que trabalhou em uma era da propaganda bem particular, com estratégia como envio de amostras e cupons como foco. Se hoje continua a se discutir ROI e métricas, é um bom aprendizado ver como cada centavo de reembolso postal era decisivo.

a linguagem da propaganda - vestergaard schroder

A Linguagem da Propaganda, de Torben Vestergaard e Kim Schroder. Em seis capítulos os autores destrincham a relação entre propaganda e sociedade, introduzem conceitos básicos de teoria da comunicação, elementos de um anúncio, estratégias de comunicação de gênero e classe, publicidade como espelho psicológico e a ideologia da propaganda.

O livro, de 1985, tambem é repleto de análises interessantíssimas, mostrando a riqueza sutil de anúncios impressos.

planejamento de propaganda roberto correa

Planejamento de Propaganda. Do brasileiro Roberto Corrêa, o livro de 1986 já ganhou sua décima edição em 2008. O autor começa, no primeiro capítulo, a falar do papel da propaganda no mix de marketing de uma empresa. A partir daí fala de comunicação, de seu uso estratégico e vai para os pontos-chave para o planejamento: briefing, posicionamento, verba etc.

É um livro no qual o autor tentou ser bastante exaustivo. Durante a leitura, o exercício de conversão das técnicas para estratégias digitais é enriquecedor.

Fonte: http://migre.me/fbH6

Apenas um terço dos brasileiros navega pela web, informa IBGE

17/12/2009

 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, na sexta-feira, 11 de dezembro, amplo estudo sobre o comportamento dos brasileiros, com destaque sobretudo para sua relação com internet e celulares. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) teve como tema ‘Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal’ e estudou os três últimos meses de 2008, comparando o resultado com a amostragem conseguida em 2005.

O dado mais relevante aponta que apenas um terço dos brasileiros com mais de dez anos de idade navega pela internet. Apesar do número de internautas ter saltado de 20,9% em 2005 para 34,8% em 2008, um acréscimo de 75,3%, o contingente de internautas equivale a somente 34,8% da população, 56 milhões de indivíduos em um universo de 160 milhões.

O maior número de conexões foi feita para comunicação entre as pessoas (83,2%), seguido por atividades de lazer (68,6%) e educação e aprendizado (65,9%). Três anos antes, a ordem era diferente: educação e aprendizado (71,7%), comunicação com outras pessoas (68,6%) e atividades de lazer (54,3%).

Entre os 104,7 milhões de excluídos digitais, três principais motivos são apontados para a falta de conexão: não achavam necessário ou não queriam (32,8%); não sabiam utilizar a internet (31,6%), e não tinham acesso a computadores (30%). A ordem dos motivos também foi diferente com relação ao estudo anterior, quando ‘não tinham acesso a computadores’ ficou com 37,2%, seguido por ‘não achavam necessário ou não queriam’, com 20,9%, e ‘não sabiam utilizar a internet’, com 20,6%.

A Região Sudeste concentra o maior número de usuários (40,3%), e o Distrito Federal, surpreendentemente, é o local com o mais alto percentual de conectados (56,1%), deixando São Paulo em segundo lugar (43,9%).

Outro dado relevante diz respeito ao sucesso comprovado das lan houses, que passaram a ser o segundo local de acesso (35,2%), superando os ambientes de trabalho (31%). Em 2005, as posições eram invertidas, e os resultados, de 39,7% e 21,9%, respectivamente. Em ambas as pesquisas, os domicílios lideram com folga: de 49,9% para 57,1%.

As lan houses já lideram as estatísticas nas Regiões Norte e Nordeste, com 56,3% e 52,9% dos acessos, respectivamente, contra 40% e 34,1% dos acessos domiciliares.

Metade dos brasileiros tem telefone celular para uso pessoal

Enquanto um terço da população está conectada à internet, um pouco mais da metade usa telefones celulares para uso pessoal. Segundo os números do IBGE, 53,8% dos brasileiros tinham aparelhos móveis no fim de 2008. A marca em 2005 era de 36,6%.

A região do País que possui o maior número de usuários é a Centro-Oeste (64,3%), e mais uma vez o Distrito Federal é a localidade que mais se destaca, com 75,6% dos moradores falando ao celular. Unidade da Federação mais populosa, São Paulo aparece apenas em oitavo lugar, com 59,2%.

 Confira a íntegra da pesquisa do IBGE

Fonte: Nós da Comunicação

20 anos de internet no Brasil – Documentário TV Brasil

08/12/2009

Um documentário bem interessantes, numa linguagem simples, pois entendo que nem todos os visitantes aqui do blog são geeks e nerds super entendidos em internet.

Alguns dados meio desatualizados mas é um bom registro da evolução da internet nesses 20 anos.

Veja a primeira parte do vídeo aqui:

A segunda você pode conferir no Youtube.

Fonte: Mídias Sociais Blog

Twitter é a rede social mais utilizada pelos brasileiros da classe A

25/11/2009

Cerca de 47% dos usuários ficam mais de 41 horas por semana na web. Acesso à rede pelo celular corresponde a 42% dos internautas.

Uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento dos internautas brasileiros divulgada nesta quarta-feira (25) mostrou que o Twitter é a rede social mais utilizada no Brasil, seguido pelo Orkut e pelo YouTube. Cerca de 87% dos entrevistados acessa o site de microblog todos os dias da semana, contra 72% do Orkut.

Para o estudo, realizado entre agosto e setembro deste ano, a empresa especializada em na monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor E.Life coletou dados de 1.227 brasileiros, em maioria da classe A, com renda mensal maior do que R$ 4 mil e com média de 28 anos. 

O Twitter pode ser a rede social mais utilizada pelos internautas (68% dos entrevistados), mas o Orkut ainda é o site que possui mais cadastrados, com 89%. O Twitter está logo atrás com 80% dos entrevistados cadastrados e o Facebook aparece em quinto lugar, com 57%.

A pesquisa destacou que o 47 % dos internautas brasileiros da classe A passam mais de 41 horas semanais na internet e que 42% acessam as redes sociais pelo celular. Entre os twitteiros, 51% usam os aparelhos para publicar e buscar informações no site de microblog. A preferência dos usuários pelo Twitter é para a procura de informações sobre diversos assuntos, enquanto a maioria dos internautas entrevistados utiliza o Orkut para manter amizades próximas.

Em relação aos últimos três meses da pesquisa, o Twitter é a rede social que mais teve novos cadastros entre os internautas brasileiros, correspondendo a 43% dos entrevistados. O Facebook está em segundo lugar, com 10% e o Linkedin em terceiro com 4,8%. O Orkut não aparece nesta lista com as 12 redes com maior número de cadastros recentes.

Fonte: G1

Facebook e Twitter agradam tanto a geração X quanto a Y

25/11/2009

Quem imagina que os jovens de 20 e poucos anos usam muito mais as redes sociais do que o pessoal da chamada geração X (entre 32 e 45 anos) errou. Uma pesquisa inédita, realizada no Brasil, mostra que o comportamento dos jovens e dos trintões e quarentões é muito parecido.

Tanto os Ys quanto os Xs usam o Facebook (19% e 16% respectivamente) e o Twitter (13% e 14%). O motivo principal é o mesmo: querem manter contato com os amigos (49% e 44%). Em segundo lugar, aparece o interesse profissional: 44% dos Xs usam as redes para conhecer pessoas, procurar emprego e outras oportunidades. Os jovens também navegam com esse propósito: 38% citam relações profissionais como o motivo para participarem de redes sociais.

A frequência com que as duas gerações acessam essas redes também é muito parecida. Cerca de 30% visitam esses sites pelo menos uma vez por dia. Mais da metade dos dois grupos diz que suportaria ficar mais de uma semana sem acessar esses sites.

“A semelhança no uso das redes entre as duas gerações não nos surpreendeu”, afirma Alexandre Arima, gerente da Robert Half, que realizou o estudo. O que chamou atenção foi o fato de mais de 90% dos entrevistados participarem de redes. “Esse resultado mostra que o uso das redes sociais está bem consolidado”, diz. 

Para ele, as pessoas começam a perceber que Twitter, Facebook e LinkedIn tornaram-se fonte de informação rápida e útil. Se antes as redes sociais tinham um caráter apenas lúdico, agora elas ganham importância para manter os usuários informados. “Muitas vezes as pessoas sabem de notícias antes pela rede social do que por outra mídia”, diz o gerente da Robert Half.

As diferenças de comportamento das duas gerações na internet são muito pequenas, de acordo com a pesquisa da multinacional de recrutamento. O Orkut é mais usado pelos Ys do que pelos trintões. Cerca de 33% dos jovens e 22% da geração X participam dessa rede virtual. Outra diferença está no uso de outro site, o LinkedIn, voltado para o relacionamento profissional. Cerca de 39% da geração X e apenas 28% dos Ys estão no LinkedIn.

A pesquisa da Robert Half foi realizada com a base de dados da consultoria. São mulheres e homens de diversos setores (engenharia, tecnologia, finanças, marketing, vendas, entre outros) entre 23 e 45 anos.

Participação em redes sociais
 
Geração Y
Geração x
Facebook
19%
16%
Orkut
33%
22%
LinkedIn
28%
39%
Twitter
13%
14%
MySpace
2%
2%
Outros
4%
6%
Fonte: Robert Half
Por quanto tempo você conseguiria ficar sem acessar suas redes sociais?
 
Geração Y
Geração x
Algumas Horas
0%
3%
Um dia
3%
3%
2 a 3 dias
19%
17%
4 a 5 dias
7%
14%
6 a 7 dias
16%
10%
Mais de uma semana
55%
54%
Fonte: Robert Half
Fonte: Época Negócios

Redes sociais aumentam vendas e dão nova cara ao empreendedorismo

19/11/2009

As redes sociais vão ganhar cada vez mais importância para a inovação e as atividades empreendedoras. Essa foi uma das conclusões do III Seminário de Empreendedorismo, promovido ontem pelo Instituto Endeavor e pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), por ocasião da Semana Global do Empreendedorismo. Segundo Silvio Meira, responsável pelo Instituto C.E.S.A.R, um dos pilares para se empreender é entender a conexão de pessoas e suas relações sociais. Fundador do C.E.S.A.R e do Porto Digital, Meira dedica-se a estimular a inovação para desenvolver produtos e serviços com base na Tecnologia da Informação. Uma pesquisa apresentada por Meira revelou que, em grandes empresas, mais da metade dos funcionários usa a maior parte de seu tempo não para o trabalho em si, mas para fortalecer a sua rede de contatos. – A interação é que leva à criatividade e à inovação. Tem que ter conexão. Não adianta empreender sozinho. E é nesse contexto que entram as redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. A revolução digital é para as pessoas o que a revolução industrial foi para as empresas – afirmou Meira.

Pesquisa apresentada pelo Núcleo de Inteligência Digital (iDig) reforça a avaliação de Meira. Segundo Cláudio Torres, consultor do iDig, ficou constatado que 21 de 50 marcas analisadas já contam com perfil no Twitter, espécie de microblog da internet. Essas companhias têm, em média, mais de três mil seguidores. E mais: cerca de 11% das mensagens sobre as companhias são retransmitidas pelos consumidores.

– As empresas têm de ficar preocupadas com isso. A cada 33 segundos, há uma mensagem com os seus nomes – disse Torres.

Twitter responde por 12% das vendas de loja de camisetas

Fábio Seixas, fundador da empresa Camisetaria, que vende suas camisetas apenas pela internet, lembrou que hoje de 10% a 12% dos negócios da firma nascem no Twitter. Segundo ele, que fundou a companhia há quatro anos, é preciso se adaptar às inovações da internet. Para ele, a interação com o internauta é essencial para aumentar as receitas:

– Comecei a empresa de forma empreendedora. Sempre que há alguma inovação na rede, fazemos alterações em nossa página na internet. Isso é necessário. Hoje, já contamos com 150 mil usuários cadastrados. Fazemos concursos de estampas, no qual os internautas enviam sugestões. Com isso, reforçamos a nossa rede.

Joyce Jane Meyer, diretora de Novos Negócios da Infoglobo e CEO de O Livreiro, rede social voltada para quem gosta de livros, ressaltou a importância da interação com o usuário. Ela lembrou que quando O Livreiro foi lançado, há quatro meses, ganhou a rede em versão beta, com apenas 60% do projeto pronto. O objetivo era colher sugestões dos usuários.

– O redesenho faz parte da internet. Em quatro meses, cerca de 200 usuários enviaram melhorias. Com isso, foram entregues 120 novas funcionalidades. Em março de 2010, vamos lançar uma nova versão, e, de novo, não será completa. A internet é abraçar o incerto e viver com a dúvida. Hoje, já temos 22 mil usuários cadastrados, mais de 1,65 milhão de pageviews e 460 mil visitas – afirmou Joyce.

Guy Kawasaki, que trabalhou na Apple, reforçou que a internet permitiu uma democratização do conhecimento. E lembrou que um empreendedor tem que buscar fazer do mundo um lugar mais criativo.

Fonte: O Globo

Othon investe em redes sociais da internet

16/11/2009
A Hotéis Othon, que já possui endereços nas redes de relacionamento Twitter, Orkut e no Facebook, além de concentrar fotos e vídeos nas páginas do Flickr e do Youtube, lançará, em breve, uma rede social própria no seu portal na internet (www.othon.com.br). O portal deve entrar no ar até semana que vem e será um espaço onde os hóspedes poderão interagir, sugerir, postar fotos e videos e compartilhar suas experiências vividas em qualquer hotel da rede.

“A busca desse reposicionamento estratégico na web é fruto de toda uma preocupação em manter um relacionamento mais íntimo e interativo com os clientes, o que se reflete diretamente na fidelização dos mesmos. Afinal, todas as iniciativas no mundo digital trazem consigo os conceitos de marketing de relacionamento”, diz a rede e hotéis por meio de um comunicado.

Fonte: Panrotas

Cuidado com relacionamento é base do sucesso em rede social

16/11/2009

Quando o gerente de marketing decide inserir a marca de sua empresa em alguma rede social, ele deve partir de certos preceitos para obter sucesso em sua divulgação.

Segundo a professora de MBA e especialista em marketing digital, Martha Gabriel, o responsável pela área deve se focar em estratégias que levem os usuários da rede a conferir as novidades e manter uma interação constante com a empresa.

A análise de Martha foi feita durante o Digital Strategies Summit 2009, evento sobre estratégias digitais realizado nesta segunda-feira (16/11), no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo.

Acertar no conteúdo, na obtenção de recursos que facilitem a visita do internauta, como vídeos nos lugares corretos, links de fácil visualização e exercitar o networking são algumas ideias que propiciam o sucesso nas redes sociais.

” É necessário que a empresa desenvolva suas estratégias, escolha as táticas pertinentes para se aproximar do público-alvo determinado. Quando esse passo já tiver sido dado, crie conteúdo, seja relevante, faça suas notícias viajarem pela internet”, afirma Martha.

A palestrante do painel “Estratégias em redes sociais” chama atenção para o relacionamento. “Deve-se colocar essa questão em primeiro lugar, o resto se encaixará. Por isso, ter ética, educação, saber com quem se relacionar e dar antes de receber farão a diferença”.

Estratégias para o Twitter

” O Twitter mudou a dinâmica da internet. Foi a maior inovação dos últimos cinco anos”. Para Martha a rede de microblogs é uma ferramenta a ser experimentada pelas empresas. Claro, com todo cuidado possível e após uma detalhada estratégia de comunicação.

Montar um perfil empresarial é completamente diferente de utilizar-se de um comum. Martha destaca o cuidado com as informações inseridas e o acesso aos links interessantes pelo Twitter. Em sua avaliação mensagens erradas fazem com que os seguidores dêem o temido “unfollow”.

Sua utilização não deve se perder em questões de cunho pessoal, “lavagem de roupa suja”, mensagens seguidas a até abandono de peril. Quanto mais mensagens relevantes e informações sobre a área de atuação da empresa, maior será a chance da operação ser bem sucedida.

Ao criar um perfil voltado para o mercado, o responsável pela comunicação deve ter em mente o alvo dos tweets publicados. A especialista descreve alguns passos a serem dados para o Twitter da empresa. “Conte a história da corporação, bem como sua missão e seus valores. Responda as mensagens com sensibilidade”.

Uma dica importante citada por Martha é: tweet durante o horário de pico, é lá que os posts farão sucesso e serão lidos por uma gama de pessoas.

Fonte: IDG Now

CIA compra empresa que monitora blogs, Twitter e YouTube

12/11/2009

Foi publicado exclusivamente nesta semana na revista WIRED, a revelação de que a In-Q-Tel, uma empresa investimentos da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), acaba de fazer grandes investimentos em um negócio dedicado a monitorar a Internet e as redes sociais. Esta empresa, Visible Technologies, vigia a cada dia mais de meio milhão de sítios da internet, revisando mais de um milhão de conversas, posts em diferentes blogs, foruns online, Flickr, YouTube, Twitter e Amazon. Os clientes de Visible Technologies recebem informação em tempo real sobre o que se está dizendo e fazendo no ciberespaço, baseada em uma série de palavras chaves.

Segundo a revista WIRED, esta nova aquisição da CIA faz parte de um movimento maior dentro da comunidade de inteligência para melhorar a capacidade de utilizar fontes abertas de inteligência” – informação que está disponível no âmbito público, mas muitas vezes escondida em programas de televisão, artigos de imprensa, blogs, videos em internete reportagens em milhares de emissoras que se geram todos os dias.

A comunidade de inteligência tem tido um grande interesse durante muitos anos nos meios sociais e as redes sociais em internet. A In-Q-Tel tem realizado grandes investimentos no Facebook e outras empresas que reúnem dados e informação de milhões de utentes por todo mundo. A Agência Nacional de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos mantém o Centro de Fontes Abertas, dedicado à busca e o monitoramento de informação publicamente disponível, mas não sempre encontrada com facilidade.

Saiba mais em http://www.aporrea.org/tiburon/n144282.html