O Twitter ainda tem poder e credibilidade?

Artigo interessante sobre uso do Twitter no espaço corporativo, tanto para as empresas quanto para os seus consumidores.

Do assessor de imprensa Rodrigo Capella.

O ‘Journal of the American Society for Information Sciences and Technology’ publicou, não faz muito tempo, um estudo confirmando em números que as empresas estão se beneficiando com o poder do Twitter.

De acordo com o levantamento, 20% dos tweets contêm referências a produtos (pedidos de informações ou repostas às solicitações). O material analisado, que inclui meio milhão de mensagens, ajudou os pesquisadores a concluírem que as empresas utilizam, cada vez mais, o microblogging para reforçar marcas, personalidades e relacionamentos.

Jim Jansen, professor associado de ciência da informação e da tecnologia na Faculdade de Ciências da Informação e Tecnologia (IST) em Penn State e um dos responsáveis pela pesquisa, declarou ao ‘Journal’: “as pessoas estão usando o Twitter para expressar suas reações negativas e positivas e contam como se envolvem com produtos e serviços”.

É o tal do engajamento. O consumidor não quer mais receber apenas informação, quer participar da construção de produtos, quer receber entretenimento. E, nesse contexto, não há campo melhor para fazer isso do que a social media, ambiente que aguça a criatividade e a interatividade.

E mais: pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi, a pedido da Máquina da Notícia, revela que as redes sociais (42,7%) têm mais credibilidade do que a versão on-line de duas fortes mídias impressas: jornais (37,4%) e revistas (22,8%).

O momento é de reflexão: o Twitter ainda tem poder e credibilidade? Entre os assessores de imprensa, sem dúvida. Entre as empresas, mais do que nunca. Os profissionais de comunicação sabem que para se diferenciar e se manter no competitivo mercado é preciso entender a mente do consumidor e, principalmente, dos clientes.

Todos querem – e vão querer por algum tempo – trabalhos realizados nessa esfera. E como disse Jack Welch, ex-presidente da GE, “as empresas não podem garantir a vocês estabilidade no trabalho. Isso é algo que só os clientes podem fazer”.

É simples assim.

 

Fonte: Nós da Comunicação

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