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Flavia Vianna: ‘ainda falta cultura de web às empresas, aos clientes e às agências

29/11/2009

 

Flavia Vianna, publicitária, sócia e diretora de arte da Trafor Comunicação
Interessante entrevista com a publicitária Flavia Vianna sobre a gestão da Internet nas empresas.

O universo corporativo tem aumentado seu relacionamento com os stakeholders com o auxílio da internet. Mas o desempenho é ínfimo se comparado às possibilidades que as novas ferramentas de comunicação permitem. Essa é a opinião de Flavia Vianna, publicitária, sócia e diretora de arte da Trafor Comunicação.

O Nós da Comunicação entrevistou a executiva. Além do posicionamento organizacional com relação às mídias sociais, ela analisou também temas como as inter-relações criadas na rede, a participação governamental para a inclusão digital e previu a criação de uma ciência específica para estudar todo esse fenômeno. Confira a íntegra da conversa abaixo.

Nós da Comunicação – O fato de estarmos vivendo na era da internet com a explosão das mídias sociais quer dizer que as pessoas estão se comunicando melhor?
Flavia Vianna –
Se comunicar melhor envolve a diminuição dos níveis de ruído na troca de informações entre duas ou mais pessoas e o potencial efetivo de alcance da mensagem. A era 2.0 e o boom das mídias sociais têm o potencial de otimizar ao máximo a eficácia de uma comunicação eficiente, principalmente com ações bem feitas de cross media. Por outro lado, esse aumento de possibilidades de comunicação amplia também o cenário para que novos e desconhecidos ruídos se apresentem.

Ou seja, o que acaba qualificando a comunicação é o domínio das formas e ferramentas que a pessoa (física ou jurídica) detém. Quanto maior o domínio desse conhecimento, maior o controle profilático sobre eventuais ruídos e maior a capacidade pessoal de tirar proveito da potencialidade do ambiente web. Nunca as possibilidades de comunicação foram tão intensas e amplas na história da humanidade. A internet é um ambiente de comunicação de muitos para muitos, no qual podemos trocar ideias, debater, gerar conteúdo, informações e conhecimento. Seu potencial é infinito. O desafio é saber aproveitar isso com competência e comunicabilidade eficiente.

Nós da Comunicação – Como você analisa o atual estágio de nossos relacionamentos?
F. V. –
Estamos em um estágio de competição diária entre qualidade x quantidade das nossas inter-relações. As possibilidades de comunicação aumentaram de uma forma tal que podemos nos relacionar com um número incrível de pessoas ao mesmo tempo. Isso gera aumento significativo na quantidade dos relacionamentos, mas não necessariamente da qualidade dessas relações. E, neste ponto, não podemos cair na superficialidade de uma generalização dualista desse aspecto. É simplista afirmar que uma pessoa que se relaciona com muitas pessoas só consegue gerar relacionamentos superficiais. Da mesma forma que a qualidade dos relacionamentos que mantemos não depende da quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.

Uma pessoa com tendência para autismo social vai ter dificuldade de relacionamentos mais profundos em um círculo de inter-relações amplo ou restrito. Já uma pessoa que tem como valor pessoal a qualidade de seus relacionamentos consegue cultivar e se dedicar a eles.

Nós da Comunicação – É possível a criação de vínculos importantes entre as pessoas a partir de conexões realizadas pela internet?
F. V. –
Ainda este mês tive um exemplo prático de que não só é possível criar esses vínculos via conexões web, como também é possível retomar vínculos importantes entre pessoas através da utilização de redes sociais na internet. Foi com base em uma ação de marketing de guerrilha envolvendo Twitter, blogs e mídias espontâneas que tive a oportunidade de entrar novamente em contato com amigos de faculdade que não mantinha contato há mais de dez anos. A ideia da parceria de trabalho surgida a partir de trocas de posts via Twitter me reaproximou de amigos queridos e, de quebra, me presenteou com a adição de novos amigos que passei a conhecer por causa do trabalho em conjunto. Além disso, somos testemunhas diárias de novas relações de amizade e parceria que tiveram sua gênese em algum contato via internet. Hoje, posso dizer que mantenho relações de amizade reais e vínculos profissionais fundamentais com pessoas que conheci em redes sociais.

Nós da Comunicação – Como a publicidade tem aproveitado a explosão das mídias sociais?
F. V. –
Acho que a publicidade ainda está aproveitando um potencial ínfimo das mídias sociais. Apesar de haver um aumento significativo de ações via web e de adesão corporativa, ainda faltam cultura de web e desmistificação do mundo 2.0 por parte dos clientes, das empresas e das agências com relação a isso. Ainda vemos grandes empresas restringindo a navegação na internet para seus funcionários. Isso é censura branca e miopia corporativa. Mas existe, infelizmente.

Nós da Comunicação – Em sua opinião, governos e empresas estão sabendo criar corretamente vínculos sustentáveis com seus públicos? Se não, que atitudes deveriam tomar para mudar a situação?
F. V. –
Não vejo muita dedicação ainda nesse sentido. Com relação ao governo, me soou um pouco demagógica a iniciativa da estatal que seria criada para levar fibra ótica a comunidades carentes e ampliar a possibilidade de conexão da parcela mais pobre da população. Acho a ação válida. Mas sustentabilidade efetiva seria criar condições de inclusão digital real para essas comunidades. A banda larga sem esse outro contraponto me parece mais um apelo eleitoreiro do que uma ação eficaz. Nas empresas, enquanto ainda houver a miopia corporativa que citei, não dá nem para pensar em vínculos sustentáveis com os públicos. É claro que, hoje, vemos exemplos de empresas que investem seriamente na criação desses vínculos de forma extremamente inteligente. Mas ainda são minoria.

Nós da Comunicação – Muitos estudiosos falam da importância de criarmos pontes entre as pessoas, eliminando confrontos. A comunicação, sobretudo a digital, é a melhor forma dessas pontes serem criadas?
F. V. –
Já é um bom começo. Mas não podemos achar que a internet é a panaceia universal. Ela vai ajudar e já está ajudando a qualificar a comunicação mundial. Está afetando a mídia globalizada e quebrando paradigmas do jornalismo mundial. Mas essas novas formas de comunicação ainda não foram completamente entendidas ou estudadas. Estamos adaptando constantemente nossa cognição a essa nova realidade. Acho que isso vai acabar gerando a demanda de criação de uma nova ciência específica que explique tudo isso.

Nós da Comunicação – Em sua opinião, por que efetivamente nos comunicamos?
F. V. –
A comunicação é intrínseca a todos os seres vivos. Faz parte de sua natureza. Sem comunicação não viveríamos. E não temos como escapar dela, pois estamos enviando mensagens o tempo todo. E aquele que faz de tudo para não se comunicar, já está falando muito sobre si mesmo.

Fonte: Nós da Comunicação

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    O Twitter ainda tem poder e credibilidade?

    29/11/2009

    Artigo interessante sobre uso do Twitter no espaço corporativo, tanto para as empresas quanto para os seus consumidores.

    Do assessor de imprensa Rodrigo Capella.

    O ‘Journal of the American Society for Information Sciences and Technology’ publicou, não faz muito tempo, um estudo confirmando em números que as empresas estão se beneficiando com o poder do Twitter.

    De acordo com o levantamento, 20% dos tweets contêm referências a produtos (pedidos de informações ou repostas às solicitações). O material analisado, que inclui meio milhão de mensagens, ajudou os pesquisadores a concluírem que as empresas utilizam, cada vez mais, o microblogging para reforçar marcas, personalidades e relacionamentos.

    Jim Jansen, professor associado de ciência da informação e da tecnologia na Faculdade de Ciências da Informação e Tecnologia (IST) em Penn State e um dos responsáveis pela pesquisa, declarou ao ‘Journal’: “as pessoas estão usando o Twitter para expressar suas reações negativas e positivas e contam como se envolvem com produtos e serviços”.

    É o tal do engajamento. O consumidor não quer mais receber apenas informação, quer participar da construção de produtos, quer receber entretenimento. E, nesse contexto, não há campo melhor para fazer isso do que a social media, ambiente que aguça a criatividade e a interatividade.

    E mais: pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi, a pedido da Máquina da Notícia, revela que as redes sociais (42,7%) têm mais credibilidade do que a versão on-line de duas fortes mídias impressas: jornais (37,4%) e revistas (22,8%).

    O momento é de reflexão: o Twitter ainda tem poder e credibilidade? Entre os assessores de imprensa, sem dúvida. Entre as empresas, mais do que nunca. Os profissionais de comunicação sabem que para se diferenciar e se manter no competitivo mercado é preciso entender a mente do consumidor e, principalmente, dos clientes.

    Todos querem – e vão querer por algum tempo – trabalhos realizados nessa esfera. E como disse Jack Welch, ex-presidente da GE, “as empresas não podem garantir a vocês estabilidade no trabalho. Isso é algo que só os clientes podem fazer”.

    É simples assim.

     

    Fonte: Nós da Comunicação

    Em dezembro, internautas podem acompanhar dia-a-dia do STF pelo Twitter

    29/11/2009

    O público que acompanha diariamente a página de notícias do Supremo Tribunal Federal (STF) na Internet e o canal de vídeos da Corte no YouTube passa a contar com mais uma fonte de informações sobre tudo que acontece na instância máxima do Judiciário brasileiro. A partir do dia 1º de dezembro, o Supremo passa a se comunicar com seu público, também, por meio do Twitter, rede social criada em 2006 e reconhecida por sua simplicidade e grande agilidade.

    Seguindo o Twitter do STF, os usuários terão acesso, em primeira mão, aos itens mais relevantes das agendas do presidente da Corte e dos demais ministros, aos destaques das pautas de julgamento do Plenário, além de poder acompanhar, em tempo real, flashes dos julgamentos mais importantes em andamento na Casa, seja nas Turmas ou no próprio Plenário.

    Também vão ser divulgadas, regularmente, as ações que chegam à Corte diariamente e as decisões e despachos dos ministros nos principais processos em tramitação na Corte. O Plenário Virtual, onde os ministros decidem a aplicação da repercussão geral nos temas em debate na Corte, também poderá será acompanhado por meio dessa nova ferramenta social.

    Os mais recentes vídeos postados no YouTube, as fotos disponíveis no banco de imagens, as entrevistas dos ministros, e os destaques na programação da TV e da Rádio Justiça: tudo que acontece no STF poderá ser acompanhado em tempo real.

    Twitter

    A rede, com apenas três anos de existência, já contabiliza mais de 3, 5 milhões de usuários no Brasil, registrando, no mundo, algo em torno de 54 milhões de visitas por mês, segundo sites especializados em tecnologia. Personalidades da política, instituições, artistas e jornalistas estão entre os usuários mais ativos e que têm aproveitado a agilidade e facilidade de uso desta nova ferramenta para se comunicar com seus seguidores.

    O Twitter permite que os usuários cadastrados exponham, em no máximo 140 toques os chamados tweets, que podem ser pensamentos, notícias, feitos, projetos, ideias, links para fotos, vídeos ou textos.

    O usuário que se cadastra na rede escolhe livremente a quem pretende seguir no Twitter. Ao clicar para seguir alguém, o usuário passa a receber, em sua página inicial e em tempo real, as mensagens postadas por aquele usuário.

    Como a interface do Twitter é simples e as mensagens têm tamanho máximo de até 140 caracteres, a rede tem demonstrado, como o YouTube, grande potencial para uso nos atuais aparelhos de celular, conhecidos como smartphones, considerados por muitos profissionais da área de tecnologia como o futuro da comunicação. É a mobilidade a serviço da comunicação do Judiciário com a sociedade, de forma democrática e ágil.

    YouTube

    A experiência do STF no YouTube cujo canal, lançado no início de outubro, já é acompanhado de perto por cerca de dois mil parceiros inscritos mostrou que a utilização das mídias digitais como ferramenta de comunicação é uma tendência irreversível. Prova disso é que, em pouco mais de um mês, os vídeos do canal do STF já foram exibidos mais de 250 mil vezes.

    O STF foi a primeira Corte Suprema do mundo a ter um canal oficial na comunidade de vídeos mais popular da Internet. A página disponibiliza vídeos de julgamentos realizados na Corte, bem como programas produzidos pela TV Justiça.

    Fonte: JusBrasil

    Você pagaria para ler perfis no Twitter?

    28/11/2009

    Vi esse artigo bem interessante no Info Abril e acho legal levantar a discussão. Quem quiser pode opinar na estreia da nossa seção de enquetes. Uma vez por mês vamos levantar um debate aqui no blog. Participe!

    “Já pensou em pagar para acompanhar perfis do Twitter? No Japão as pessoas podem começar a fazer isso.

    Quando veio ao Brasil em outubro, Biz Stone afirmou que fazia parte dos planos futuros criar perfis premium, com mais acesso a estatísticas. Agora, segundo uma notícia no Techcrunch, a subsidiária do Twitter no Japão está trabalhando com a ideia de perfis pagos. Não seriam perfis que os donos pagariam para ter mais dados, como sugeriu Biz Stone, mas perfis em que os usuários (como você e eu) pagariam para acessar. Fez sentido? Talvez sim.
    Funcionaria assim: as pessoas pagariam mensalmente para seguir alguém – digamos um artista, um esportista ou uma revista, por exemplo. A assinatura seria debitada do cartão de crédito ou até do celular, a um custo mensal entre 100 e 1000 ienes (algo entre 2 e 20 reais). Parte desse dinheiro (30%) iria para o Twicco e o resto para o gerador de conteúdo.

    Quem poderia querer assinar? No caso de artistas e pessoas públicas, acho que só os aficionados por celebridades e afins (uma das possibilidades para que o Twitter pago faça sucesso no Japão). Mas no caso de veículos de comunicação, consultorias e tudo mais que tenha valor agregado às mensagens, qualquer pessoa. À primeira vista parece estranho pagar por algo assim, mas seria o mesmo que assinar um conteúdo exclusivo. Pode fazer sentido.

    Enquanto estou digerindo a ideia (ainda não pagaria por nada no Twitter), lanço uma pergunta a vocês. Vocês pagariam por conteúdo no Twitter?”

    Fonte: Por Renata Leal – Info Abril

     

    Redes sociais corporativas incentivam inovação

    27/11/2009

    Uso das novidades típicas da Web 2.0 vai muito além de uma estratégia de marketing e pode ajudar na construção do capital intelectual

    Ao longo dos anos, as redes internas das empresas tornaram-se a principal forma pela qual os funcionários têm conhecimento sobre a empresa e sua rotina. Criadas e mantidas por um time de técnicos e engenheiros, naturalmente foi batizada de intranet. Mas, no mundo de Orkut, Twitter, Facebook e outros sites do tipo, teria cabimento manter tal denominação e arquitetura?

    Para a fornecedora de soluções em software e serviços de Campinas (SP) Ci&T, a intranet é coisa do passado. A empresa adotou redes sociais no lugar de plataformas tradicionais e não vê a possibilidade de recuar a decisão.

    Já são 80 blogs e diversos wikis criados por funcionários. Alguns são públicos, outros contam com a participação de clientes e uns poucos são fechados e confidenciais. “Não é complicado gerenciar tudo isto, basta ter uma política para este fim e cultura de uso”, diz o diretor de inovação corporativa, Flavio Pimentel.

    A decisão pela morte da intranet tem relação com o negócio da empresa. “Vivemos num setor que necessita de inovação constante e as redes sociais se mostraram mais dinâmicas para isso”, conta Pimentel. Para ele, o retorno da estratégia é quantificado na redução da troca de e-mails, aliada à disponibilidade do conhecimento. “O melhor de tudo é que isto passa a ser autogerenciável pela comunidade em pouco tempo”, enfatiza.

    Embora os casos existentes não sejam muitos se comparados a essa adoção rápida pelo marketing, eles são exemplares. Um dos mais interessantes é feito pelo Banco do Brasil. A instituição possui dois wikis que funcionam como plataformas para criação de documentos baseados no conhecimento colaborativo dos funcionários.

    Um deles é restrito aos gerentes e outro é de acesso democrático e está destinado à criação de textos sobre os produtos e serviços fornecidos pelo banco aos clientes. Os funcionários têm acesso ao sistema e podem criar ou editar os itens. O foco principal é facilitar a venda para o cliente. “É uma forma de evitar que o conhecimento fique parado em uma pessoa ou departamento”, explica o gerente da divisão de software livre e conhecimento colaborativo do BB, Ulisses Pena.

    A intenção do banco é trabalhar mais plataformas desse tipo no futuro. O uso de blogs internos é estudado pela área de TI. Para Pena, a adoção dessa novidade é algo tranquilo do ponto de vista tecnológico. O problema maior é envolver todos numa cultura de trabalho com ferramentas sociais e foco na obtenção de valores agregados ao negócio.

    Os donos do conhecimento

    Essa aculturação é sentida nos próprios projetos de wikis. A adoção é lenta. Poucos funcionários criam termos na plataforma ou editam os textos. O banco ainda não tem números específicos sobre isso, mas a área de TI avalia que essa participação seja construída ao longo do uso e necessite de funcionários dispostos a “evangelizar” os demais.

    O antropólogo e especialista em gestão de conhecimento corporativo e também sócio-fundador da Tree Branding, Ignacio García, explica que esse sintoma é conhecido por quem se aventurou nas ferramentas sociais. “O conhecimento não está no indivíduo e sim nas inter-relações”, diz. Por isto, o sucesso dos programas que envolvem este tipo de tecnologia tem muito mais de planejamento e de educação do que se aquisição e instalação de um suporte tecnológico.

    O primeiro passo ideal ao se implantar uma política de capital social baseada na troca de conhecimentos por redes sociais corporativas é a identificação dos funcionários que são relevantes para todo o grupo. Aquelas que incentivam as redes de relacionamento. “A tecnologia serve para formalizar e explicitar uma possível rede informal que provavelmente já existe dentro da companhia”, comenta García.

    Uma política de incentivo para quem mais participa também é essencial. O prêmio varia muito. Neste tipo de interação digital, o uso do reconhecimento oficial e da comunidade conta muito. Sites como o Digg e Orkut abusam do uso de estrelinhas que conferem um diploma de relevância à pessoa.

    Às vezes, porém, isso basta, mas bônus em dinheiro, fornecimento de um curso especializado ou até um encontro com o presidente da empresa podem ser avaliados. “Vai depender de cada projeto, mas errar neste ponto pode parecer uma ofensa e quebrar o fluxo das interações”, comenta o antropólogo. Sem tais preocupações, a estratégia de redes sociais de uma empresa pode falhar de forma dramática e se tornar somente mais um canal para disseminação da mesmice.

    Fonte: IT Web

    Municípios investem em redes sociais para aproximar cidadão do poder público

    27/11/2009

    Colaboração e engajamento são atitudes inerentes aos usuários das redes sociais em um ambiente de web 2.0. O município de Adamantina (SP) aproveitou ferramentas como Orkut, Twitter, Blog e YouTube e já colhe frutos dessa relação com os cidadãos conectados. A comunidade no site de relacionamento da Secretaria de Cultura já contabiliza mais de 6 mil participantes, o que corresponde a 20% da população de 33 mil habitantes.

    “O maior fruto é a relação instantânea com os nossos colaboradores e o retorno que recebemos é a população fazendo parte do cotidiano do poder público. É um universo gigantesco a ser explorado. No entanto, ainda precisamos facilitar o acesso aos nossos moradores”, conta o secretário Acácio Rocha, em uma palestra na Expo Brasil Desenvolvimento Local.

    Segundo Cláudio Guarniere, gestor da Rede Célula de Inovação do Município (Cim), do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal, o diferencial não está na quantidade de usuários conquistados, mas na relação construída com eles. “Não é uma questão de mera mobilização. O cidadão vai contribuir para uma ação maior, porque ele vai estar engajando em algum movimento que ele acredita que trará benefícios para a comunidade. Além disso, nas redes sociais ele encontra uma relação de igual para igual com o poder público”.

    Cerca de 75% das casas do município de Sud Mennucci (SP), com 8 mil habitantes, possuem internet banda larga sem fio. Entretanto, o prefeito Celso Franco vê dificuldades na inserção do município na web 2.0. “Fico incomodado porque meu município não tem uma rede social que possa abrir mais este canal com os moradores. Eu me encontro amarrado pela legislação para que não pareça propaganda política”.

    O tema rede sociais foi tratado na Expo Brasil 2009, conferência sobre desenvolvimento local aberta na quarta-feira (25) em São Paulo e que prossegue até a sexta-feira (27).

    Fonte: Agência Sebrae

    As redes sociais e uma nova postura na comunicação

    27/11/2009

    Há bem pouco tempo, as empresas estavam razoavelmente tranqüilas, sobretudo aquelas que sempre se valeram do seu poder econômico para subjugar os adversários e mesmo para cooptar a mídia que, no Brasil, com raras exceções, costuma ser refém de interesses políticos e comerciais.

     Na maioria das cidades brasileiras, a imprensa sempre esteve atrelada a alguns grupos, representantes tradicionais do poder político e econômico local (infelizmente, o caciquismo ainda não foi totalmente derrotado, muito pelo contrário). Nestas cidades, a impunidade, a falta de vigilância imperavam sem dó nem piedade. Particularmente no caso de emissoras de rádio e TV, o controle esteve e permanece em mãos destes grupos hegemônicos porque concessão do Estado, que sempre favoreceu os seus amigos e aliados.

    Mas esta zona de conforto pouco a pouco vai se deteriorando, com a multiplicação de veículos jornalísticos e especialmente com a chegada da internet (o número de sites e portais cresceu vertiginosamente) e mais recentemente com a emergência do cidadão enquanto protagonista e produtor de conteúdos.

    Os blogs, o twitter, as redes sociais em geral, viraram o mundo das organizações de cabeça para baixo e, parodiando o ditado, “nada ficou como antes no quartel de Abrantes”. A certeza do domínio, do controle sobre as informações, se perdeu, levando o desespero para empresários inescrupulosos ou incompetentes e seus gestores de comunicação.

    Se era fácil no passado calar jornais, emissoras de rádio e TV, que cediam facilmente às pressões, particularmente a econômica, o mesmo não se pode dizer agora das redes sociais, dos grupos organizados que defendem causas específicas (ambientais, direitos humanos, relações democráticas no trabalho, direitos do consumidor etc). Logo, a coisa definitivamente “começou a pegar” para as organizações e elas, desacostumadas ao diálogo e ao relacionamento franco, têm posto literalmente os pés pelas mãos, muitas vezes mais perdidas do que cachorro que cai do caminhão em dia de mudança.

    Esta falta de habilidade ou competência das organizações em lidar com a nova realidade tem a ver com uma série de circunstâncias. Em primeiro lugar, a cultura (e consequentemente o processo de gestão) da maioria das organizações, apesar do discurso em contrário, continua sendo avessa ao debate, à divergência , enxergando opiniões contrárias como afrontas que devem ser, quando possível, combatidas a ferro e fogo. Essa postura vale tanto para os públicos internos quanto externos e, notadamente os funcionários, sentem na pele (“manda quem pode, obedece quem tem juízo”, não é assim?) o autoritarismo de chefias e mesmo de profissionais de comunicação a seu serviço. Em segundo lugar, as organizações ainda não se deram conta (embora isso vá acontecer naturalmente com o desvendar desta nova realidade) de que o mundo ficou diferente e que será necessário, cada vez mais, rever os velhos conceitos. Já não dá para chamar a polícia para combater os grevistas, como as montadoras, por exemplo, faziam nos tempos da ditadura, não funciona mais o argumento da luta contra o comunismo para silenciar sindicalistas e profissionais de imprensa e muito menos é possível cooptar todos os adversários porque eles são cada vez mais numerosos (subjugá-los todos é economicamente inviável).

    Em terceiro lugar, as redes sociais, a blogosfera, permitiram que vozes individuais se afirmassem e os cidadãos não dependem mais da mediação da imprensa para expressar suas opiniões, divergências e repúdio à postura de determinas empresas. Essa independência em relação à mídia estimulou o espírito crítico e, com o avanço da legislação que protege o consumidor, defende as minorias secularmente discriminadas, pune os crimes ambientais etc, as organizações já não podem apostar no velho e sereno “mar da tranqüilidade” em que viviam.

    Finalmente, as novas tecnologias também propiciaram a formação de uma consciência coletiva, a mobilização de grupos descontentes, a divulgação rápida dos abusos cometidos contra mulheres, negros, crianças, pobres, consumidores e estabeleceu-se, quase num passe de mágica, uma solidariedade planetária que tem abraçado causas diversas e que ruidosamente impacta a imagem e a gestão das organizações que não andam fazendo direito a lição de casa.

    Isso não quer dizer que corporações predadoras não continuem existindo, mas elas não têm conseguido agora, como sempre fizeram, permanecer escondidas e se sentem, quase sempre, desconfortáveis quando desnudadas diante das luzes dos holofotes da opinião pública.

    A força e a pluralidade das redes sociais encorajam os debates, os confrontos, as divergências e as organizações que se empenhavam (e muitas vezes tinham sucesso) para impor as suas vozes e interesses agora se vêem literalmente em palpos de aranha, ou seja têm que negociar com os públicos de interesse (os “stakeholders”) continuamente, muitas vezes em desvantagem.

    A unanimidade deixou de ser um ideal a perseguir porque inalcançável e a postura a ser adotada, na gestão dos negócios e na forma de se relacionar com os públicos, teve que ser revista.

    As redes sociais exigem uma nova cultura de relacionamento que não se confunde com o controle, a censura, auto-censura, a obsessão pelo controle e subjugação das vozes contrárias. O negócio agora é interagir, dialogar, ouvir o outro lado, o que, convenhamos, para algumas organizações significa alto risco porque, ao longo do tempo, sempre optaram pelo caminho mais curto e nefasto do autoritarismo, da arrogância, da grandiloqüência na comunicação.

    A comunicação nesses novos tempos exige novos atributos como a ética, a transparência, o profissionalismo e o compromisso com a liberdade de expressão, a pluralidade de opiniões. Ouvir mais e falar menos, este é o novo lema da comunicação moderna.

    Temos que reconhecer que este novo modelo ainda é praticado por um número reduzido de organizações e será preciso não apenas mudar a cultura e a postura das organizações, mas investir fortemente na formação dos novos comunicadores, ainda presos a valores ultrapassados.

    Nos cursos de comunicação, ainda se cultuam processos como “limpeza de imagem”, ainda se festeja o “marketing verde”, ainda se acredita na honestidade dos “cases de sucesso” que povoam a literatura e os eventos em Comunicação Empresarial. Ainda temos (são a maioria, infelizmente) gestores de comunicação interna que vêem os funcionários ( e o sindicato) como adversários, sempre dispostos a “detonarem” as organizações e que, por falta de competência ou insegurança, abrigam-se em salas refrigeradas em vez de circularem com desenvoltura pelo chão de fábrica.

    A Comunicação Empresarial precisa visitar mais as obras de Paulo Freire, mas continua saudando alguns gurus de plantão e algumas agências/assessorias que apregoam e refinam velhos processos de manipulação, de cooptação e de hipocrisia empresarial.

    A Comunicação Empresarial precisa quebrar barreiras e definitivamente comprometer-se com o debate, a divergência, o diálogo e, para tanto, precisamos de comunicadores mais corajosos, que se sintam incomodados em legitimar culturas autoritárias e propostas de comunicação transgênicas, hegemônicas, socialmente irresponsáveis.

    O futuro não será generoso com as organizações que insistirem em preservar esta cultura dinossáurica, apoiada em hierarquias rígidas, em ameaças contra aqueles que delas divergem interna e externamente, e que abrem espaço para chefias sem liderança autêntica.

    As redes sociais, os cidadãos, os comunicadores de cabeça erguida (não os pelegos que servem organizações predadoras) construirão um novo espaço de relacionamento, uma nova proposta para a gestão dos negócios e da comunicação.

    Provavelmente, muitas organizações não poderão assistir a este novo momento porque terão ficado no meio do caminho. O futuro se constrói agora, a cada dia. Sem uma comunicação democrática, as empresas não irão a lugar algum. Você quer apostar?

    * Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação.

    Fonte: Portal Imprensa

    Twitter é a rede social mais utilizada pelos brasileiros da classe A

    25/11/2009

    Cerca de 47% dos usuários ficam mais de 41 horas por semana na web. Acesso à rede pelo celular corresponde a 42% dos internautas.

    Uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento dos internautas brasileiros divulgada nesta quarta-feira (25) mostrou que o Twitter é a rede social mais utilizada no Brasil, seguido pelo Orkut e pelo YouTube. Cerca de 87% dos entrevistados acessa o site de microblog todos os dias da semana, contra 72% do Orkut.

    Para o estudo, realizado entre agosto e setembro deste ano, a empresa especializada em na monitoração e análise da mídia gerada pelo consumidor E.Life coletou dados de 1.227 brasileiros, em maioria da classe A, com renda mensal maior do que R$ 4 mil e com média de 28 anos. 

    O Twitter pode ser a rede social mais utilizada pelos internautas (68% dos entrevistados), mas o Orkut ainda é o site que possui mais cadastrados, com 89%. O Twitter está logo atrás com 80% dos entrevistados cadastrados e o Facebook aparece em quinto lugar, com 57%.

    A pesquisa destacou que o 47 % dos internautas brasileiros da classe A passam mais de 41 horas semanais na internet e que 42% acessam as redes sociais pelo celular. Entre os twitteiros, 51% usam os aparelhos para publicar e buscar informações no site de microblog. A preferência dos usuários pelo Twitter é para a procura de informações sobre diversos assuntos, enquanto a maioria dos internautas entrevistados utiliza o Orkut para manter amizades próximas.

    Em relação aos últimos três meses da pesquisa, o Twitter é a rede social que mais teve novos cadastros entre os internautas brasileiros, correspondendo a 43% dos entrevistados. O Facebook está em segundo lugar, com 10% e o Linkedin em terceiro com 4,8%. O Orkut não aparece nesta lista com as 12 redes com maior número de cadastros recentes.

    Fonte: G1

    Facebook e Twitter agradam tanto a geração X quanto a Y

    25/11/2009

    Quem imagina que os jovens de 20 e poucos anos usam muito mais as redes sociais do que o pessoal da chamada geração X (entre 32 e 45 anos) errou. Uma pesquisa inédita, realizada no Brasil, mostra que o comportamento dos jovens e dos trintões e quarentões é muito parecido.

    Tanto os Ys quanto os Xs usam o Facebook (19% e 16% respectivamente) e o Twitter (13% e 14%). O motivo principal é o mesmo: querem manter contato com os amigos (49% e 44%). Em segundo lugar, aparece o interesse profissional: 44% dos Xs usam as redes para conhecer pessoas, procurar emprego e outras oportunidades. Os jovens também navegam com esse propósito: 38% citam relações profissionais como o motivo para participarem de redes sociais.

    A frequência com que as duas gerações acessam essas redes também é muito parecida. Cerca de 30% visitam esses sites pelo menos uma vez por dia. Mais da metade dos dois grupos diz que suportaria ficar mais de uma semana sem acessar esses sites.

    “A semelhança no uso das redes entre as duas gerações não nos surpreendeu”, afirma Alexandre Arima, gerente da Robert Half, que realizou o estudo. O que chamou atenção foi o fato de mais de 90% dos entrevistados participarem de redes. “Esse resultado mostra que o uso das redes sociais está bem consolidado”, diz. 

    Para ele, as pessoas começam a perceber que Twitter, Facebook e LinkedIn tornaram-se fonte de informação rápida e útil. Se antes as redes sociais tinham um caráter apenas lúdico, agora elas ganham importância para manter os usuários informados. “Muitas vezes as pessoas sabem de notícias antes pela rede social do que por outra mídia”, diz o gerente da Robert Half.

    As diferenças de comportamento das duas gerações na internet são muito pequenas, de acordo com a pesquisa da multinacional de recrutamento. O Orkut é mais usado pelos Ys do que pelos trintões. Cerca de 33% dos jovens e 22% da geração X participam dessa rede virtual. Outra diferença está no uso de outro site, o LinkedIn, voltado para o relacionamento profissional. Cerca de 39% da geração X e apenas 28% dos Ys estão no LinkedIn.

    A pesquisa da Robert Half foi realizada com a base de dados da consultoria. São mulheres e homens de diversos setores (engenharia, tecnologia, finanças, marketing, vendas, entre outros) entre 23 e 45 anos.

    Participação em redes sociais
     
    Geração Y
    Geração x
    Facebook
    19%
    16%
    Orkut
    33%
    22%
    LinkedIn
    28%
    39%
    Twitter
    13%
    14%
    MySpace
    2%
    2%
    Outros
    4%
    6%
    Fonte: Robert Half
    Por quanto tempo você conseguiria ficar sem acessar suas redes sociais?
     
    Geração Y
    Geração x
    Algumas Horas
    0%
    3%
    Um dia
    3%
    3%
    2 a 3 dias
    19%
    17%
    4 a 5 dias
    7%
    14%
    6 a 7 dias
    16%
    10%
    Mais de uma semana
    55%
    54%
    Fonte: Robert Half
    Fonte: Época Negócios

    COBERTURA: Redes sociais exigem repensar da comunicação organizacional

    25/11/2009

     

    O diretor de planejamento do Grupo TV1, Gustavo Donda, foi o convidado especial da última reunião de 2009 do Comitê de Comunicação Digital da Aberje que tratou das redes sociais. Fenômenos como a audiência de 100 milhões de views em nove dias de publicação do vídeo da concorrente do programa televisivo Britain´s Got Talent, Susan Boyle, e mesmo os 28 milhões de usuários por mês do Orkut, segundo o Ibope Nielsen, exigem um repensar da comunicação convencional das organizações. Aliás, 99% das empresas acima de 50 funcionários no Brasil estão conectadas à internet. O encontro aconteceu na sede da Braskem em São Paulo/SP no dia 11 de novembro de 2009.

    Publicitário com MBA em Economia de Empresas, tem mais de 12 anos de experiência em comunicação e marketing. Suas áreas de especialidade são marketing integrado, inovação e marketing digital. Como diretor da TV1 comanda um núcleo de planejamento estratégico que atua na integração multiplataforma de algumas das principais contas do grupo, como Microsoft e Bunge Fertilizantes. Donda já dirigiu escritório próprio de design digital com clientes como MTV e Editora Abril e foi jurado dos prêmios About e MMonline. É professor de marketing no curso de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas. Para ele, a rede é uma fonte de pesquisa qualitativa permanente, com compartilhamento de ideias e opiniões livres sobre serviços, marcas e produtos. Um exemplo de boa utilização deste potencial de conversação para uma marca é o site My Starbucks Idea, que conquistou 60 mil ideias, 460 mil votos e 100 mil comentários de seus três milhões de visitantes, o que gerou 50 mudanças efetivas no funcionamento do negócio.

    A alocação de apenas 4% do bolo publicitário brasileiro em possibilidade de exposição na internet não afeta o executivo. Donda postura que, embora seja uma pequena parcela de investimentos como mídia, a rede é muito mais que um simples canal. A grande saída é utilizar a plataforma para incentivar relacionamentos. O caso da construtora Cyrella é bem emblemático: a empresa consegue 40% das vendas de imóveis por meio da internet. Entre as funcionalidades do website estão o atendimento por corretor online e a gravação de todos os acessos de cada internauta, levantando um histórico de interesses. Neste sentido, ele fala sobre métricas: o importante é que a campanha publicitária gere chats, e quantidade de visitação não é mais um item relevante. A campanha do então presidenciável Barack Obama nos Estados Unidos é outro bom sinalizador da força das redes sociais, afinal foram 1 milhão de voluntários cadastrados pelo portal com US$ 500 milhões arrecadados a partir do partilhamento de uma causa. Uma plataforma de cadastramento de perfil e temas preferenciais permitia a conexão entre pessoas com interesses semelhantes e incentivada reuniões presenciais apontando os emails dos mais próximos geograficamente. O projeto Nike Plus foi outra experiência relatada pelo palestrante, integrando um dispositivo que conecta o tênis ao iPod para armazenar informações que depois são sincronizadas com um website, gerando dicas para melhorar o desempenho e garantir a saúde do cliente e colocando a pessoa em contato com outros corredores. Recentemente, a ação conseguiu reunir 1 milhão de corredores em 25 países diferentes na Human Race, convocados digitalmente. “O on-line faz uma ativação exponencial das redes, que já existiam mas eram de outro patamar. O que muda com a internet é a quantidade de contatos ativos, passando de 10 pessoas no off-line para cerca de 40 pessoas on-line”, dimensiona ele.

    E qualquer previsão de cansaço no uso das redes sociais é no mínimo uma declaração precipitada. Comparando o resultado da pesquisa Ibope Netratings de abril e agosto de 2009, houve aumento de usuários em todas as plataformas. Para começar a entender e a interagir, ele sugere monitoramento com ferramentas que mapeiam as redes sociais por agrupamento de palavras e períodos, além de termos vinculados mais frequentemente às mensagens-chave, acompanhando a origem e a repercussão de cada comentário. Como exemplo para a plateia, falou das experiências do Grupo Pão de Açúcar e da Ambev.

    O Comitê de Comunicação Digital não está aberto ao público, mas sua produção de conhecimento é compartilhada em publicações e eventos. O espaço tem patrocínio da Petrobras e é coordenado pela Gerente de Multimeios da empresa, Patrícia Fraga. Estiveram presentes Antonietta Varlese e Filipe Albergoni (Accor), Else Lemos (Libbs Farmacêutica), Karen Gimenez (Holcim), Karen Matos (Sabesp), Marcos Suzuki e Luciano Rossato (Itaú-Unibanco), Walter Romano (Petrobras), Agnes Garcia (Claro), Cristina Santos e Danielle Esposito (Braskem), Leonardo Policarpo (Siemens) e pela Aberje Mateus Furlanetto, Diego Fávero, Rodrigo Cogo e Kelly Cufone, além do convidado especial Gustavo Donda (Grupo TV1). Outras informações sobre o Comitê de Comunicação Digital podem ser obtidas pelo e-mail mateus@aberje.com.br ou no fone 11-3662-3990.

    Fonte: Aberje