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Análise e Mensuração da Comunicacão em Redes Sociais na Internet

30/10/2009

Em menos de 5 anos blogs, sites de compartilhamento de imagens e conteúdo (Youtube, Wikis, etc) e sites de redes sociais (Orkut, Facebook, My Space), se tornaram um dos principais fenômenos da Internet. Segundo a Nielsen Online, a audiência deste tipo de site já ultrapassa a dos sites de email, e cada vez mais consumidores tomam suas decisões de compra influenciados pelos comentários encontrados nessas comunidades. A fragmentação da mídia tradicional contribui para aumentar sua relevância: a pesquisa TrustBarometer, da Edelman, mostra que para os jovens adultos americanos a Wikipédia é a segunda fonte com maior credibilidade para informações sobre uma empresa, e que blogs, sites de vídeo e comunidades superam a propaganda tradicional em termos de credibilidade.

A questão é particularmente importante também para as empresas brasileiras. Diversas fontes (IBOPE, Comscore) colocam o Brasil em posições de liderança tanto em termos do número de horas mensais navegadas quanto da utlização deste tipo de site. Ao mesmo tempo que este tipo de comportamento é uma ameaça para os mecanismos tradicionais de gestão da reputação e de comunicação com o mercado, apresentam grandes oportunidades para obter informações, gerar relacionamentos e envolver os consumidores em processos de criação e divulgação de marcas com muito mais velocidade e flexibilidade do que na comunicação empresarial tradicional. O curso busca discutir essas transformações, apresentar alguns princípios e ferramentas para sua gestão e discutir cases relevantes para os gestores de comunicação empresarial nas empresas brasileiras.
 
Objetivos
  • Contextualizar o impacto da digitalização das redes sociais sobre a comunicação e reputação corporativas;
  • Apresentar algumas ferramentas e procedimentos para ações de comunicação em redes sociais digitais;
  • Discutir os principais mecanismos para gerar envolvimento dos consumidores neste tipo de comunicação;
  • Avaliar quais as métricas mais adequadas para o ROI em mídias sociais;
  • Analisar cases bem e mal-sucedidos neste formato de comunicação.
  
Conteúdo
  • Redes sociais digitais: histórico e contextualização
  • Broadcast x Socialcast: novos formatos de comunicação
  • Capital Social e criação coletiva
  • Coleta de informações em redes sociais digitais: exemplos de softwares pagos e softwares gratuitos
  • Análise de redes sociais digitais: formadores de opinião, críticos e espectadores
  • ROI (Return Over Influence) em redes sociais 
Diferencial e resultados
 
Além de obter informações sobre as principais tendências do setor, os alunos irão aplicar as informações através de um caso prático, voltado para uma marca de seu interesse. Os resultados serão debatidos no próprio curso.
 
Formato e metodologia
 
Aula expositiva, discussão de cases, exercício prático e debate com os participantes
 
Fonte: Aberje

Redes sociais podem ser aliadas do jornalismo online

30/10/2009

O último painel, do 3º Media On, que se encerrou nesta quinta-feira, 29, debateu “O que um jornalista precisa para se integrar as novas mídias”, com o objetivo de entender como as redes sociais impactam o dia-a-dia do o profissional de imprensa e jornalismo. Para discutir o tema foram convidados os jornalistas Tiago Dória, editor de blog sobre cultura, web, tecnologia e mídia hospedado no IG, e também José Roberto de Toledo, da Associação Brasileira de Jornalismo de Investigativo. Além disso, o painel teve como mediador o jornalista Carlos Drummond, que é coordenador do curso de Jornalismo da Facamp, em Campinas.

Dória destacou que o grande diferencial da internet não é a sua velocidade e sim a sua “perenidade”, que o jornalista faz referência às páginas velhas e amareladas dos jornais impressos. Para ele, o mais importante é que todas as notícias publicadas na rede continuam armazenadas e servem como base para novas pesquisas, podendo serem acessadas a qualquer momento em qualquer parte do mundo. “A notícia de ontem passa a ter validade em uma estratégia de comunicação”. Além disso, Dória ressalta que o advento da tecnologia trouxe a possibilidade do conteúdo ser produzido até mesmo com um celular, seja por texto, ou imagens.

Para ele, os mais jovens não precisam se integrar as novas mídias, “eles já nascem integrados”. E o mais importante não é se apegar nas ferramentas para a produção do conteúdo e sim nos conceitos, no que é importante informar ao leitor e qual a melhor maneira de ser compreendido.

Em sua apresentação, José Roberto de Toledo, citou que em meio a tanta velocidade, é importante checar as informações antes de publicá-las. O jornalista deu dicas de como usufruir da melhor maneira das redes como twitter e facebook. Ele acredita que as duas ferramentas são como um termômetro da sociedade brasileira, e considera importante que um jornalista esteja nessas mídias. “O profissional nem precisa se identificar, ou nem mesmo twittar, mas muitas pessoas que são fontes de notícias usam essas ferramentas para divulgar informações que antes não divulgariam”. Porém, ele ressaltou outro cuidado que os jornalistas precisam ter ao usar twitter e afins, o de se tornarem concorrentes das empresas de comunicação em que trabalham. “Se o profissional publica o conteúdo antes do jornal em que atua, então, será um concorrente”. Toledo acredita que mais importante do que ter milhões de seguidores, é ter clientes (seguidores) importantes, que retransmitam e dêem peso à informação postada na rede.

O Media On é realizado por meio de uma parceria entre o Portal Terra e o Itaú Cultural com o apoio da BBC Brasil e da CNN. O objetivo é debater os rumos das atividades e a tendência da informação no mundo digital.

Fonte: M&Monline

Novidades do orkut

29/10/2009

O Google anunciou nesta quinta-feira (29) que o Orkut, a rede social mais popular do Brasil, vai passar por mudanças: o site foi todo redesenhado para trazer recursos mais modernos aos usuários, como interação mais aprimorada com seus amigos e aplicativos. A adesão à novidade será gradual e feita por meio de convites. Veja abaixo algumas das novidades.

A nova versão permite uma organização maior das informações de amigos, além de oferecer uma navegação mais rápida. Será mais fácil navegar pelas fotos e vídeos de outros usuários e saber mais facilmente suas atualizações: tanto de humor quanto sobre o que estão fazendo naquele momento, por exemplo.

Um dos destaques é a facilidade para troca de fotos. De acordo com Victor Ribeiro, diretor de produtos do Orkut, cerca de 80 milhões de imagens são publicadas diariamente no Orkut. Será possível importar diversas fotos ao mesmo tempo no site, editar e compartilhar — funções que, segundo a empresa, ficaram muito mais rápidas. Na nova versão, o usuário poderá criar grupos de compartilhamento de imagens, incluindo também pessoas que não estão na rede social. Enquanto se espera que as imagens sejam enviadas para o site, é possível colocar legendas.

Mais opções para personalizar a página é outra mudança no novo Orkut. Na área “Sobre mim”, será possível mudar cores, adicionar fotos e aplicativos, além de deixar testemunhos aos amigos por meio de vídeos.

As comunidades — segundo Ribeiro, somam quatro milhões atualizadas diariamente — também entram no pacote de transformações. Agora, o usuário poderá navegar por elas diretamente de sua página inicial, sem a necessidade de abrir novas telas. Ele também manterá contato com as informações dos amigos tornando a navegação mais rápida e simples.

Ainda, os usuários receberão sugestões de amigos para adicionar à rede. Contatos frequentes com pessoas por meio de serviços do Google, como o Gmail, por exemplo, aparecerão como possíveis amigos a serem adicionados no Orkut.

Para utilizar o novo Orkut, que utiliza tecnologias atuais da internet, o Google recomenda que os usuários tenham as últimas versões dos navegadores instaladas no computador.

Para entrar no novo Orkut
Migrar para o novo Orkut pode ser uma missão difícil. Para utilizá-lo, o usuário deverá receber um convite de um amigo. Entretanto, usuários que o Google considera “viciados” no Orkut, poderão receber um convite a partir desta quinta-feira (29). A empresa monitorou o Orkut para escolher as pessoas, mas não revelou detalhes da seleção.

Segundo o Google, essa mudança não terá impacto na experiência ou nos dados dos usuários: as informações serão todas mantidas nas páginas, e aqueles com a versão antiga do site poderão se comunicar normalmente com os adeptos do novo modelo. A intenção é que todos os usuários tenham migrado para o novo Orkut até metade de 2010.

Fonte: Correio*

Vejam vídeo de apresentação

Contador de mídias sociais em tempo real

27/10/2009

É impressionante, mas já temos um contador em tempo real do crescimento das mídias sociais.

O crescimento é vertiginoso! Pro bem e pro mal!

 

Gerenciamento da Informção

23/10/2009

Em São Paulo, a partir do mês de dezembro as empresas  Kaizen e a EMC promovem nos próximos meses uma série de cursos sobre tecnologias e práticas de armazenamento e gerenciamento da informação.  

Os cursos são voltados para qualquer profissional que tenha interesse em ingressar nesse mercado por meio do treinamento introdutório Information Storage and Management.

As empresas lembram que, de acordo com dados divulgados pelo IDC (International Data Corp), até 2012 o mercado vai demandar o trabalho de mais de um milhão de profissionais capacitados em tecnologias de Armazenamento e Gerenciamento da Informação.

 Todos os treinamentos disponibilizados serão ministrados por profissionais da Kaizen, e instrutores EMC, e a maioria no idioma português.

 Data dos cursos:

 07/12/09 a 11/12/09 – Information Storage and Management

08/02/10 a 12/02/10 – CLARiiON Host Integration and Management SnapView & MirrorView & SAN Copy Configuration and Management

22/02/10 a 26/02/10 – Networker Administration for UNIX and MS Windows

Data a confirmar – Storage Networking Design and Management

Data a confirmar – Information Availability Design and Management

 Mais informações sobre os cursos e inscrições podem ser obtidas por meio dos e-mails treinamento@kaizen.com.br ou edservices_brazil@emc.com.

 Os cursos serão ministrados em São Paulo, na rua Verbo Divino, 1488 (EMC, 4° andar), sempre entre 9h e 17h. As inscrições efetuadas até 06 de novembro têm desconto.  

Fonte: Info Plantão

Sites de relacionamento como fonte de renda

23/10/2009

Na reportagem, pessoas simples que tiveram ideias lucrativas conseguiram.

 Jovem, bela, descolada e tecnológica.

Ela é a Twittess. A desconhecida publicitária virou celebridade virtual conversando com o público jovem. “Eu twittava sobre minha vida, meu dia a dia, mas eu via que as pessoas curtiam muito mais quando eu passava um link ou uma informação diferente e ai eu fui seguindo para isso”, afirma Tessália Serighelli.

Twitter, para quem não sabe, é mais uma ferramenta gratuita de comunicação imediatíssima na internet. Um microblog. Você pode mandar e receber mensagens de até 140 caracteres.

Nove milhões de brasileiros já estão twittando. Ninguém sabe ao certo quantos convertem as letrinhas em dinheiro, mas a personagem Twittess ficou tão famosa com tantos seguidores (85 mil) que as empresas começaram a ficar de olho.

Aos 22 anos, ela já é formadora de opinião. Hoje ela te sustenta mais do que a sua profissão? “50%, 50%. Depende do mês”.

Tess diz ser uma caçadora de tendências. Ficou famosa postando novidades no Twitter. Hoje, cobra R$ 500 por mensagem comercial e dá consultoria para quem quer promover produtos pela internet.

“Se fosse para começar hoje eu começaria com Twitter focado. É muito mais bacana, pega uma coisa que você gosta de verdade, que vai escrever bem, que você não vai ter que correr atrás de aprender a fundo algo que nem te interessa tanto”.

Por pura diversão, Felipe Cruz criou o ‘Papel Pop’, um blog que fala do que há de importante entre os assuntos mais irrelevantes do planeta. “Você tem que estar sempre atualizado. Vai que a Britney tropeçou e caiu, como é que eu não vou postar isso?”.

O blog ficou tão conhecido que agora ele vende espaços para anunciantes e fatura de R$ 3.000 a R$ 5.000 por mês. “Essa não é uma profissão do futuro e sim do presente. As redes sociais, os blogues, os twitters, é a profissão de agora”.

Blogueiros iniciantes costumam recorrer ao Google Adsense que traz anúncios para blogs. Cada vez que alguém clica na propaganda pelo seu site, você ganha dinheiro. Fácil? Que nada. Tem casos que, para ganhar US$ 100 são necessários dez mil cliques.

Outra fonte de renda é bem mais polêmica. Alguns blogueiros recebem para escrever mensagens positivas sobre determinado produto, uma propaganda disfarçada.

Nos Estados Unidos, a Comissão de Comércio proibiu a prática. A partir de 1º de dezembro, quem fizer isso será multado em US$ 11 mil, quase R$ 20 mil.

“Se você for fazer um blog não pensa: ‘ah, eu quero para fazer dinheiro’. Não vai dar certo. Foi fazendo o que gostam que esses empresários tiveram uma ideia pioneira: lançar uma editora virtual de livros.

“Nós vivemos todas as dificuldades que o autor iniciante passa na busca por editora, por ter o seu original aprovado e chegar ao público e contar a sua própria história”, afirma Ricardo Almeida.

O site publica e vende livros de qualquer autor que se cadastrar. 2.050 títulos foram lançados desde maio. “São dez mil livros vendidos já, mas nós estamos numa media de 2.000 livros mês”.

O ‘Clube de Autores’ funciona assim: o escritor faz um cadastro gratuito no site. O valor de custo é determinado pelo número de páginas do livro. O autor diz quanto quer cobrar a mais e define o preço final para o leitor.

Depois de definido o valor, basta subir o arquivo do livro em PDF. “O mais difícil você já vai ter feito que é ter escrito os livros”, brinca. A editora oferece facilidades desconhecidas para a imensa maioria dos autores: se o autor quiser fazer uma liquidação virtual, é só ele acessar o site e baixar o preço.

O livro só é impresso quando vendido, ou seja, se o autor não é lá muito talentoso e apenas a mãe dele for comprar, a gráfica imprime só um exemplar. As encomendas são entregues em cinco dias. “Fornecedores que apostaram também no nosso projeto, um projeto na América Latina inédito e tem dado certo”, acredita Índio Brasileiro Guerra Netto.

Parece tudo maravilhoso, mas tem uns poréns: o autor tem que entregar o livro diagramado e revisado, e o principal: não há divulgação. Mesmo com esses obstáculos, tem escritor faturando. Tudo tecnológico

“A cada R$ 100 que ele acumula de direitos autorais que foi definido por ele, nós creditamos na conta dele. Ele tem como checar, então é um modelo muito transparente. Isso nos dá muita força junto ao autor”.

Acredite, encontramos em Buenos Aires o mais novo brasileiro candidato a hit na internet. Bastou uma câmera no computador e uma ideia esquisita na cabeça para ele começar a fazer sucesso.

“Era uma piada entre os amigos. Eu gravei um, subi para o YouTube, e ai começou um monte de gente falar”, conta o cantor, Túlio Pires Bragança. A piada é fazer traduções simplórias de pagodes dos anos 90.

A brincadeira já rendeu convite de duas empresas para transformar as versões em toques de celular. “Era um lado que ninguém subiu, nem eu, esse lado tradutor automático”, diz Túlio.

Irônico é que o brasileiro que canta pagode em inglês na terra do Tango explica o processo de criação: “eu sento, depois de uma semana de ensaio de poesia pagodística (sic) eu ligo a câmera e começo a tocar”.

O vídeo gira o mundo. 15 minutos de fama e quem sabe de fortuna pela internet.

Fonte: http://g1.globo.com/

Veja a matéria completa: http://migre.me/9JYz

Pesquisa revela que propaganda na internet é mais eficiente que na TV

23/10/2009
Estudo aponta aumento de 9% nas vendas de anunciantes online, contra 8% de Televisão

 

Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos e divulgada em agosto apontou que a internet está se consolidando como um dos principais meios de propaganda em um ritmo acelerado. Após um monitoramento de três meses, campanhas publicitárias de produtos de varejo na web tiveram mais sucesso do que na televisão. Nesse período, os pesquisadores observaram um aumento de 9% nas vendas dos anunciantes online, contra 8% daqueles que apostaram na TV.

“O contato com o público-alvo é muito maior pela internet. Há uma interação aperfeiçoada, é possível ter um retorno melhor dimensionado do investimento”, comenta Marco Voigt, diretor da Oiter Brasil, agência de publicidade online.

Outra característica que ele aponta é o baixo custo da implementação e manutenção de campanhas online como fator de atração dos empresários.  A evolução da tecnologia deve fazer com que os custos diminuam ainda mais, junto com o aumento da segurança e facilidades no e-commerce, essa é a opinião do diretor de tecnologia da Oiter Brasil, Edval Corrêa. “Devem surgir mecanismos muito mais avançados para as formas de pagamento e negociação. O que deve agilizar o processo entre ver a publicidade e adquirir o produto”.

Fonte: Cotidiano Digital

Google e Facebook venderão músicas

22/10/2009

Novos serviços de vendas utilizarão recursos de sites musicais como Lala.com e iLike.com.

A rede social Facebook anunciou na quarta-feira (21/10) que planeja comercializar músicas e outros produtos virtuais em seu próprio site.

Usuários dos Estados Unidos poderão pagar 10 centavos de dólar para enviar músicas aos amigos, que só podem ser acessadas online, e 90 centavos de dólar para uma versão que pode ser baixada.

O serviço, em parceria com o site de transmissões de músicas Lala.com, estará disponível até o final da semana. Além das músicas, o Facebook pretende adicionar também ícones de esporte e novos presentes virtuais, segundo um post no blog da empresa.

O Google também entrará no negócio com um sistema que permitirá aos usuários ouvir amostras e comprar músicas diretamente da página de resultados de buscas.

Este serviço será anunciado na próxima semana e pretende manter a empresa firme contra o Bing, que já obteve 9,4% das buscas nos EUA desde seu lançamento neste ano, segundo a companhias de análises da internet.

Os usuários poderão usar os serviços do Lala e do iLike.com, que pertence ao MySpace, segundo informações do jornal The Wall Street Journal.

Um link do Lala permitirá aos usuários ouvir uma música completa uma vez sem custos, e depois terão de pagar um dólar para baixar uma cópia.

A empresa já possui um serviço de busca de músicas com propagandas, apenas na China, que oferece amostras e cópias gratuitas de músicas. Um executivo do Google afirmou neste ano que o objetivo é aplicar esse modelo em outros países.

A rivalidade com o Bing, da Microsoft, é visível: ambos os serviços anunciaram acordos de busca com o microblog Twitter também na quarta-feira (21/10).

O Google anunciou que lançaria um serviço de buscas para o Twitter, horas após um anúncio similar da Microsoft para o Bing.

Fonte: Jornal Tech

Twitter and Status Updating, Fall 2009

21/10/2009

Some 19% of internet users now say they use Twitter or another service to share updates about themselves, or to see updates about others. This represents a significant increase over previous surveys in December 2008 and April 2009, when 11% of internet users said they use a status-update service. Three groups of internet users are mainly responsible for driving the growth of this activity: social network website users, those who connect to the internet via mobile devices, and younger internet users – those under age 44. In addition, the more devices someone owns, the more likely they are to use Twitter or another service to update their status. Fully 39% of internet users with four or more internet-connected devices (such as a laptop, cell phone, game console, or Kindle) use Twitter, compared to 28% of internet users with three devices, 19% of internet users with two devices, and 10% of internet users with one device. The median age of a Twitter user is 31, which has remained stable over the past year. The median age for MySpace is now 26, down from 27 in May 2008, and the median age for LinkedIn is now 39, down from 40. Facebook, however, is graying a bit: the median age for this social network site is now 33, up from 26 in May 2008. It will probably become more difficult to track status updating as an independent activity as social network updates feed into Twitter and vice versa. For now, it is clear that a “social segment” of internet users is flocking to both social network sites and status update services. This segment is likely to grow as ever more internet users adopt mobile devices as a primary means of going online. About the Survey This report is based on the findings of a daily tracking survey on Americans’ use of the internet. Unless otherwise noted, the results in this report are based on data from telephone interviews conducted by Princeton Survey Research International between August 18 to September 14, 2009, among a sample of 2,253 adults, 18 and older. The survey was conducted on landline and cell phones. For results based on the total sample, one can say with 95% confidence that the error attributable to sampling and other random effects is plus or minus 2.3 percentage points. For results based on internet users (n=1,698), the margin of sampling error is plus or minus 2.7 percentage points. In addition to sampling error, question wording and practical difficulties in conducting telephone surveys may introduce some error or bias into the findings of opinion polls. The response rate to the survey was 15.6%.

 Fonte: Pew Internet

Publicidade em redes sociais cresce 119%

21/10/2009

Os gastos com publicidade on-line em redes sociais e blogs nos Estados Unidos aumentaram 119% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, saltando de US$ 49 milhões para US$ 108 milhões. Segundo pesquisa da Nielsen, os números refletem os 17% do tempo on-line que os americanos passaram em sites de relacionamento no mês passado, aumento de quase três vezes em relação a agosto de 2008. A indústria da publicidade também destinou uma parcela maior de suas verbas para sites de redes sociais. Em agosto do ano passado, o investimento foi de 7% do total direcionado à internet, enquanto neste ano o investimento foi de 15%. A indústria de entretenimento foi a que mais desembolsou verba de publicidade para as redes sociais. De agosto deste ano para o mesmo mês de 2008, o aumento foi de 812%. Jon Gibs, vice-presidente de mídia da Nielsen, diz que a pesquisa reflete uma mudança na forma como a indústria vê a internet nos EUA. Segundo ele, por mais que conteúdos em texto e vídeo ainda sejam o centro das atenções na web, é o desejo dos internautas de se comunicar e se conectar que tem impulsionado as receitas da rede mundial.

Fonte: Jornal Tech